Arquivo de maio \30\UTC 2011

PSP receberá bundle com MLB 11 The Show e Gran Turismo

A Sony lançará um novo bundle do PlayStation Portable em junho. O Limited Edition PSP Entertainment Pack contará com um console e dois jogos. A plataforma em questão é o PSP-3000 na cor “piano black” e Memory Stick PRO Duo de 2 GB. O pacote também vem acompanhado dos jogos MLB 11: The Show e Gran Turismo.
O bundle chega às lojas em junho e custará US$ 159,99 — aproximadamente R$ 250, sem impostos.

Resident Evil: 15 anos de horror

No dia 22 de março de 1996, o primeiro Resident Evil chegava às lojas. Apesar de não contar com uma jogabilidade tão inovadora assim, pois já tinha sido vista em clássicos como Alone in the Dark, o game surpreendeu por colocar o jogador e o protagonista em pé de igualdade. Ambos não sabiam o que se escondia à frente e poderiam ser surpreendidos a qualquer momento.
O primeiro jogo da série também criou um gênero, o survival horror, termo oriundo de uma das frases que aparecem durante os loadings do título. A categoria englobaria uma série de jogos posteriores que utilizariam a mesma fórmula, além de títulos passados, como o próprio Alone in the Dark e Sweet Home. Os dois games, inclusive, são inspirações declaradas do designer Shinji Mikami, o criador da franquia de horror.
Além disso, referências aos filmes de George Romero também são frequentes no título. A utilização de zumbis como inimigos em um jogo pode ser considerada inusitada. Os cadáveres ambulantes e extremamente lerdos podem não parecer uma ameaça muito grande quando em combate contra um time de elite. Coloque-os em corredores escuros e apertados, sem espaço para manobras, e dê pouca munição aos personagens para que a coisa mude de figura.
Após passar por uma reformulação que abandonou muitos dos traços originais que a tornaram um sucesso, a série Resident Evil é hoje uma das franquias mais lucrativas do mercado de games. É também a principal série da Capcom, competindo em importância até mesmo com grandes clássicos da indústria como Street Fighter e Mega Man. A marca também ultrapassou a barreira dos games e surgiu em uma série de outros meios, como livros e gibis, além de gerar uma franquia cinematográfica de grande sucesso.
A conspiração da Umbrellae o início de tudoAtenção: os trechos a seguir contém spoilers da trama de diversos games da série Resident Evil. Se você deseja jogá-los e se surpreender com a história, avance para o subtítulo“Expandindo a cronologia”.
Uma série de crimes brutais, ocorridos nas montanhas que rodeiam Raccoon City, resulta em vítimas dilaceradas, com marcas de mordidas que indicam canibalismo. Para lidar com o incidente, o departamento de polícia de Raccoon City envia o time Bravo, equipe secundária dos S.T.A.R.S., esquadrão que reúne os oficiais de elite da cidade.
Após 24 horas sem contato, o time Alpha é enviado para continuar a investigação e localizar os companheiros desaparecidos. É assim que começa o primeiro Resident Evil. Logo após pousarem na floresta, a equipe é atacada por estranhas criaturas e se vê obrigada a buscar refúgio em uma misteriosa mansão localizada no coração da mata. É aí que os jogadores assumem o papel de Chris Redfield ou Jill Valentine. A escolha entre os personagens também indica a dificuldade do jogo e apresenta desenrolares diferentes da história.
A mansão, porém, se mostra um porto não tão seguro assim. Povoada de zumbis e outras criaturas medonhas, o local cada vez mais prova ser parte do problema. Durante o curso das investigações, Chris e Jill descobrem que a casa, na verdade, serve de fachada para os laboratórios secretos da Umbrella e que o líder dos S.T.A.R.S., Albert Wesker, está envolvido na conspiração.
Para o público, a empresa nada mais é do que uma benevolente indústria farmacêutica que teve papel fundamental na criação e desenvolvimento de Raccoon City. O real ramo de atuação da companhia, porém, é a pesquisa e produção de armas biológicas. Para mascarar suas atividades, a Umbrella mantinha uma boa parcela de seus empregados agindo como espiões na força policial, e subornava a prefeitura para evitar intromissões em seus trabalhos.
Foi das pesquisas ilegais da Umbrella que surgiu o T-Vírus, responsável pela criação dos zumbis e outras armas biológicas enfrentadas por Chris e Jill. A própria missão de investigação conduzida pelos S.T.A.R.S. não passava de mais um teste do potencial dos armamentos orgânicos, conduzido pelo próprio capitão do esquadrão, Albert Wesker. O feitiço, porém, se volta contra o feiticeiro quando o próprio vilão é brutalmente assassinado por uma de suas criações.
Chocados com a morte de grande parte de seus companheiros, Chris, Jill e os poucos sobreviventes dos S.T.A.R.S. voltam à cidade dispostos a revelar toda a verdade. Desacreditados, os policiais são afastados de seus deveres sob acusação de uso de entorpecentes e se veem obrigados a agir por conta própria.
Raccoon City sitiadaO caos em forma de zumbiA preocupação da Umbrella com o acobertamento de suas próprias atividades se resumia não apenas a policiais e outras forças de investigação, mas também a seus próprios funcionários. Em um laboratório localizado no subterrâneo de Raccoon City, estava sendo desenvolvido o G-Vírus, capaz de criar armas biológicas ainda mais perigosas.
O envio de tropas da empresa para roubar a pesquisa de seu criador, William Birkin, resultou no vazamento da substância e infecção de todo o sistema de esgotos da cidade, bem como do suprimento de água. Aos poucos, mais e mais pessoas se tornavam vítimas das pesquisas ilegais da Umbrella até que todo o município acabou tomado pelo caos.
É nesse ensejo que se inicia Resident Evil 2. Chegando à cidade para seu primeiro dia de trabalho, o policial novato Leon Scott Kennedy encontra uma cidade completamente deserta. Em um de seus primeiros encontros com os zumbis, acaba salvando Claire Redfield. A moça foi a Raccoon em busca de informações sobre o paradeiro de seu irmão, Chris, sem saber que cairia de paraquedas em um enredo típico dos longas de Romero.
Juntos, os dois se aventuram pela delegacia e pelos esgotos de Raccon até chegar ao laboratório de pesquisas liderado por William Birkin e sua esposa, Annette. No processo, descobrem como o drama da família afeta principalmente Sherry, a filha do casal.
Ao mesmo tempo em que Leon e Claire tinham sua experiência com os horrores de Raccoon City, Jill Valentine lutava para sobreviver a uma das armas biológicas mais terríveis inventadas pela Umbrella. Em Resident Evil 3: Nemesis, o monstro homônimo é enviado à cidade para exterminar os membros remanescentes dos S.T.A.R.S.
O game é dividido em duas partes, a primeira passada 24 horas antes de Resident Evil 2, e a segunda um dia depois. Durante o jogo, Jill Valentine acaba infectada pelo T-Vírus e, após obter a cura, acaba fugindo de Raccoon City poucos minutos antes de uma explosão nuclear destruir completamente a cidade. O bombardeio foi ordenado pelo presidente norte-americano como única maneira de evitar que a infecção se espalhasse para outros locais.
Após o incidente, Jill parte para a Europa e se reúne com seus antigos companheiros dos S.T.A.R.S. Leon e Sherry são capturados por agentes federais e Claire foge para continuar a busca por seu irmão.
Albert WeskerAssumindo o posto da Umbrella
Como se a ameaça da Umbrella já não fosse ruim o suficiente, em Resident Evil CODE: Veronica, um segundo mal é adicionado ao rol de inimigos criado pela Capcom. Albert Wesker, o antigo líder dos S.T.A.R.S. e dado como morto após o final do primeiro game da série, retorna para mais um confronto com Chris Redfield.

O objetivo real do vilão era roubar os dados de pesquisa da Umbrella e utilizá-los em benefício próprio. Para forjar sua própria morte, Wesker injetou em si mesmo um vírus modificado, que o levaria a um estado de coma temporário e o faria ressurgir com poderes sobre-humanos. Dessa forma, ele poderia sair de cena e agir nas sombras, aparecendo apenas quando necessário.

No game, Claire Redfield é capturada pela Umbrella e enviada para a Rockfort Island. Lá, ela deve escapar das garras do lunático Alfred Ashford, último descendente de uma das famílias que deram origem à Umbrella. Ao descobrir o destino da irmã, Chris parte em seu resgate.
CODE: Veronica também é o game responsável por alçar Wesker à categoria de principal vilão de toda a saga. Sua importância ultrapassou até mesmo a da Umbrella que, abalada pela falta de relações com o governo norte-americano e a repercussão do desastre em Raccoon City, teve de fechar as portas.
Tiros e mais tirosMudança de focoResident Evil 4 mostra um mundo já livre da maligna empresa, mas não a salvo de ameaças. O título marca o início de uma nova era na série. Saem os corredores escuros e a jogabilidade travada, entra uma câmera sobre o ombro, cenários completamente tridimensionais e um foco muito maior na ação. A dinâmica mais movimentada do game, porém, também culminou na última aparição dos zumbis em um jogo da série principal.
O game marca também o retorno de Leon, agora um agente do Serviço Secreto dos Estados Unidos, enviado para uma área desolada da Europa em uma missão de resgate de Ashley Graham, a filha do presidente. A garota foi sequestrada por um culto religioso que tem, como principal objetivo, subverter a ordem mundial com a utilização do Las Plagas, um parasita de controle mental.
Img_normal
O sequestro de Ashley, porém, não é o único acontecimento que faz parte do game. Wesker também está envolvido e deseja obter uma amostra do Las Plagas para usar em benefício próprio. Bem-sucedido em seu objetivo, o vilão parte para executar sua última cartada.
Resident Evil 5 é o palco do plano final de Albert Wesker. Usando o Las Plagas e todos os outros vírus desenvolvidos pela Umbrella, o vilão deseja extinguir toda a raça humana de forma que apenas os indivíduos superiores permanecessem. O “filtro” seria o Uroboros, espécie de mistura entre vírus e parasita que seria disperso na atmosfera, infectando todo o planeta.
Ele não contava, porém, com a intervenção de Sheva Alomar e Chris Redfield, seu antigo rival. Membros de um esquadrão que combate incidentes bioterroristas ao redor do mundo, os dois são enviados à África para prender um traficante de armas. Durante a investigação, acabam descobrindo sobre os desígnios do vilão e ficam com a responsabilidade de impedi-lo.
De acordo com a Capcom, Resident Evil 5 serve como um ponto de fechamento para a trama principal e realmente encerra a história iniciada no primeiro game da série. Daqui para frente, o futuro é incerto. Relatos preliminares divulgados pela produtora indicam a possibilidade de um reboot da franquia. mas, até o momento em que este artigo foi escrito, não existem informações sobre um sexto capítulo.
Expandindo a cronologiaHistórias complementares e spin-offsCom mais de 30 jogos lançados para as mais diferentes plataformas, incluindo celulares, dá para imaginar que a trama de Resident Evil não é tão simples quanto resumida nos trechos acima. Na verdade, apesar da série principal ser composta por oito jogos, diversos outros títulos complementam ou adicionam fatores importantes à cronologia.
O maior exemplo da constatação acima é Resident Evil: The Umbrella Chronicles. O game, lançado em 2007 com exclusividade para o Nintendo Wii, reconta os acontecimentos dos primeiros jogos a partir de um ponto de vista muito peculiar: o do próprio Albert Wesker.
No título, o jogador é apresentado a uma versão resumida dos acontecimentos de Resident Evil Zero, do primeiro game da série e de RE3. O mais interessante, porém, são os relatos dos “bastidores” desses fatos, que mostram o caminho de Wesker durante o incidente da mansão e os primeiros passos de seus planos. O game conta ainda com um capítulo inédito que reúne Chris e Jill pela primeira vez desde o jogo original da série.
A Capcom utilizou abordagem semelhante com Resident Evil: The Darkside Chronicles. Desta vez, o autor das “crônicas” é Leon, que relata o inferno sofrido por ele e Claire durante a infecção em Raccoon City, além dos acontecimentos dos quais a moça participou na Ilha Rockfort. As histórias são contadas a seu antigo parceiro Jack Krauser, o mesmo que aparece como vilão em RE4.
Como em Umbrella Chronicles, Darkside Chronicles também apresenta um capítulo inédito, mostrando como Krauser definiu seu alinhamento e passou de herói para vilão. O segundo game exclusivo para Wii, porém, conta com bem menos influência na cronologia do que seu antecessor, apesar de apresentar grandes melhorias na dinâmica e jogabilidade.
Em duas ocasiões, a Capcom também voltou atrás para rever acontecimentos antigos sob uma nova ótica e adicionar acontecimentos inéditos. É o caso do remake do primeiro jogo da franquia e de Resident Evil Zero, ambos lançados em 2002 para o Nintendo GameCube.
Img_normalO título não é apenas uma renovação total do game original, com novos gráficos e personagens remodelados. Para o lançamento, a Capcom também adicionou pontos completamente inéditos à trama, bem como novas áreas e variações dos enigmas já conhecidos, para surpreender aqueles que se julgavam mestres em Resident Evil.
Já Resident Evil Zero, como o nome já diz, é um prequel que retrata as 24 horas anteriores à missão de Chris e Jill na mansão. No controle de Rebecca Chambers e Billy Coen, o jogador descobre a história dos responsáveis pela criação do T-Vírus, que remete às origens da própria Umbrella, e o destino do time Bravo dos S.T.A.R.S.
A primeira aventura online na série se deu em Resident Evil Outbreak. No game, o jogador controlava cidadãos comuns de Raccoon City, que se viam sem alternativas a não ser lutar pela própria sobrevivência. Lançado exclusivamente para o PlayStation 2, um console sem funções nativas de acesso à internet, o título chegou a ter uma sequência, mas, apesar de adorado por uma boa parcela dos fãs, não gerou uma subfranquia consistente.
Em mais uma reimaginação, a Capcom decidiu criar um Resident Evil com ares de FPS em Survivor. Com histórias paralelas, a série de títulos trazia a ação da terceira pessoa para a primeira, com uma jogabilidade que permitia o uso de acessórios em formato de pistola, fazendo com que o jogador atirasse “de verdade” contra os zumbis na tela.
Apesar dos ares de mini game, dois dos três títulos dessa subsérie apresentaram tramas interessantes que, apesar de influenciarem muito pouco na cronologia central, adicionam fatos interessantes à saga. No primeiro deles, por exemplo, o jogador é apresentado à saga de um homem sem memórias durante um acidente biológico na Ilha Sheena, mais um laboratório secreto da Umbrella.
Já Resident Evil: Dead Aim se passa durante a derrocada da Umbrella. Na pele do agente do governo americano Bruce McGivern, a missão do jogador é impedir que um terrorista atacasse a civilização utilizando os vírus mortais da empresa. Apesar de ser um título secundário da franquia, esse game conta com cenas de cortes muito bem trabalhadas e gráficos bonitos, que aproveitam bem o potencial do PlayStation 2.
A Capcom também criou uma série de jogos de Resident Evil para celulares. Em sua maioria, os títulos são mini games de tiro ou aventura, mas existem também aqueles que tentam reproduzir a experiência de se jogar nos consoles. É o caso, por exemplo, da adaptação do quarto game da série para o iPhone.
O pulo para a tela grandeCom muitas diferençasEm 2002, “Resident Evil: O Hóspede Maldito” chegava aos cinemas brasileiros em meio à desconfiança dos fãs. O filme do diretor Paul W.S. Anderson (conhecido dos gamers por sua adaptação de Mortal Kombat para a tela grande) apresentava um roteiro bem diferente do que os jogadores estavam acostumados a jogar.
Saem as mansões escuras e cenários decrépitos, entra um laboratório de alta tecnologia da Umbrella. A modificação serve de apoio para a história de Alice, interpretada por Milla Jovovich. Ao acordar completamente desmemoriada, a moça é surpreendida pela chegada dos agentes de segurança da empresa farmacêutica. A missão dos oficiais é averiguar um incidente no centro de pesquisas da companhia, que foi completamente isolado pela inteligência artificial que controla o lugar.
Apesar de contar com zumbis e até mesmo o Licker, um dos monstros mais aclamados de Resident Evil 2, o longa apresentou uma dinâmica com foco muito maior na ação do que no terror. Os tiroteios eram embalados com rock pesado e o longa continha, inclusive, cenas de luta entre humanos e mortos-vivos. Todos esses elementos passam bem longe do terror característico dos primeiros games da série.
Ainda assim, a recepção do público foi positiva e rendeu uma sequência, “Resident Evil 2: Apocalipse”. Para retratar os acontecimentos do terceiro game da série, Paul Anderson inclui alguns personagens dos jogos, como Carlos Oliveira, Nemesis e uma bela Jill Valentine, interpretada por Sienna Guillory.
A entrada deles, porém, faz muito pouco para aproximar os filmes dos jogos. Em “Apocalipse”, a missão de Nemesis era entrar em confronto com Alice, de forma que a Umbrella pudesse testar qual das duas armas biológicas era a mais eficaz. Sim, a personagem de Milla Jovovich também foi manipulada pela maléfica empresa, que a concedeu poderes muito além da capacidade de qualquer ser humano normal.
O sucesso de público cada vez maior trazia consigo longas cada vez mais elaborados, pelo menos no que tocava cenas de ação e a dimensão dos acontecimentos retratados. Em “Resident Evil 3: A Extinção”, praticamente toda a humanidade havia sido infectada pelo vírus da Umbrella, que também transformou o mundo em um deserto infrutífero.
Sem controle sobre seus poderes, Alice acompanha uma caravana de sobreviventes liderada por Carlos e Claire, mais uma personagem dos games estreante nos filmes. A protagonista é caçada constantemente pelos satélites da Umbrella, já que seu sangue pode ser a única chave para a cura do vírus que assola o mundo.
Apesar do roteiro raso e das cenas capazes de causar convulsões em qualquer fanático pelos games, “Resident Evil 3: A Extinção” obteve o maior sucesso de público de toda a franquia cinematográfica. O resultado serviu como uma carta branca para Paul Anderson, que produziu “Resident Evil 4: Recomeço”.
O filme utiliza o Fusion Camera System, a mesma tecnologia usada por James Cameron em “Avatar”. Utilizando todas as possibilidades que apenas o cinema 3D proporciona, Paul Anderson criou cenas de ação ainda mais trabalhadas e com elementos que, literalmente, saltam aos olhos do espectador.
Na trama, Alice obtém sucesso em seu último ataque contra a Umbrella, mas perde todos os seus poderes no processo. Sozinha, ela segue em busca de seus antigos companheiros até Los Angeles. Reunida com um novo grupo de sobreviventes, ela descobre que a ameaça da empresa está longe de chegar ao fim e que Albert Wesker, seu maior inimigo, está por trás de tudo.
FuturoNovidades à vistaA Capcom tem grandes planos para o futuro da série. Além de Resident Evil 6, já dado como certo, mas, ainda não anunciado, a empresa pretende lançar três novos títulos, para as mais diversas plataformas, entre 2011 e 2012. A grande bola da vez é o Nintendo 3DS, que receberá dois novos jogos da franquia.
O primeiro deles, com data de lançamento marcada para o dia 28 de junho, é Resident Evil: The Mercenaries 3D. O título transforma o famoso mini game em um jogo independente e adiciona novas funcionalidades e personagens. Além da estreia de Claire Redfield no modo, esse será o primeiro game da série a permitir que os jogadores andem e atirem ao mesmo tempo.
Img_normalMarcado para sair no ano que vem, Resident Evil: Revelations traz, mais uma vez, a dupla de protagonistas preferida da maioria dos fãs: Chris e Jill. Com poucas informações divulgadas até o momento, a aventura se passa antes mesmo dos acontecimentos do quinto jogo da franquia e tem como principal destaque trazer de volta os antigos elementos de terror que transformaram Resident Evil em um sucesso.
Além dos zumbis, o jogo utilizará as funcionalidades tridimensionais do portátil para criar uma imersão nunca antes vista na série. O foco aqui é a exploração dos cenários e o retorno da sensação de que há uma ameaça em cada esquina. Uma demonstração mais profunda do título está marcada para acontecer durante a E3 2011.
O principal título da Capcom para este ano fiscal, porém, é Resident Evil: Operation Raccoon City. O game pretende focar ainda mais na ação do que os antecessores e, literalmente, transformar o incidente em Raccoon City em palco para tiroteios e grandes batalhas entre esquadrões de elite.
De um lado, estão as forças especiais da Umbrella, com a missão de apagar as provas do envolvimento na empresa no desastre. De outro, um time especializado do exército americano, enviado a Raccoon para proteger os sobreviventes. E no meio disso tudo estão os monstros clássicos, que constituem tanto uma ameaça como uma vantagem, que pode ser utilizada de forma estratégica contra os oponentes.
Desenvolvido pela Slant Six Games e com lançamento marcado para o próximo inverno americano (entre os meses de dezembro de 2011 e fevereiro do ano que vem), o título terá grande foco no online, mas sem esquecer o modo história. A Capcom tem grandes expectativas para o título e quer que ele ultrapasse a marca de 2,5 milhões de unidades vendidas, mais do que o esperado para Street Fighter X Tekken, por exemplo.
Por último, no campo cinematográfico, dois novos filmes também já estão a caminho, ambos com lançamento marcado para o ano que vem e pouquíssimas informações divulgadas. Um deles é a animação Resident Evil: Damnation (condenação, em tradução livre) e terá Leon como protagonista mais uma vez.
Já o segundo é Resident Evil: Retribution (retribuição, em inglês, provavelmente com sentido de vingança), o quinto capítulo da saga cinematográfica. Por enquanto, as atrizes Milla Jovovich e Sienna Guillory já estão confirmadas, nos papéis de Alice e Jill, respectivamente. O roteiro, mais uma vez, é de autoria de Paul Anderson.

Gotham City Impostors

Parece Batman… Mas não é

Gotham City Impostors traz consigo uma proposta um tanto curiosa, algo que poderia ser descrito da seguinte forma: trata-se de um jogo do Batman… Sem a presença do Batman. Aliás, a ausência do Homem-Morcego não é a única. Mesmo os vilões clássicos do herói ficaram de fora. Para ocupar o vácuo deixado, aparece uma patota composta cópias baratas do alto escalão do universo DC. Ok, isso não é necessariamente ruim.
Em termos mais práticos, o projeto da Monolith Productions — mesma responsável pela série F.E.A.R. — envolve um FPS (tiro em primeira pessoa) despretensioso no qual a personalização parece cumprir um papel central. Aqui, Gotham City se transforma em um palco para que até oito competidores finjam ser Batman, Coringa e afins para trocar tiros em suas roupas espalhafatosas e multicoloridas.
Img_normal
Mas repetindo: não há Batman aqui, assim como não há o Coringa — e nem os seus compadres criminosos de lapelas igualmente coloridas. Mas sim, esse fingimento pode ser divertido, sobretudo quando se considera que a proposta aqui visa às redes de distribuição online dos consoles. Vamos a alguns detalhes.
Batman com arma de PVC e calças coloridas
Conforme mencionado acima, não há em Gotham City Impostors qualquer personagem real do universo da DC. Em vez disso, o que se tem é um bando de engraçadinhos pretensiosos vestindo roupas semelhantes às dos heróis e vilões criados pela produtora. A propósito, é justamente aí que se encontra o pilar principal do conceito trazido pela Monolith: personalização.
Absolutamente nada aqui é fixo, nem mesmo as tradicionais cuecas sobre as calças. Tudo pode ser alterado, das roupas às armas, sempre com alterações sensíveis na jogabilidade. Por exemplo, um corpo mais esguio poderá se mover com mais rapidez — embora não sem o prejuízo óbvio da força física.
Img_normal
Também as suas armas podem se parecer com qualquer coisa aqui. Elas podem trazer texturas e cores cômicas (cor-de-rosa, por exemplo), e também podem ser feitas a partir de canos de PVC — não, aparentemente, nada impede que você tenha um cano de PVC cor-de-rosa. O resultado final ainda poderá disparar mísseis ou fogos de artifício com a mesma pose…
De qualquer forma, o que importa é fazer bonito na hora do tiroteio — lembre-se, não é
Batman. Isso concederá pontos de experiência com os quais será possível comprar ainda mais itens personalizáveis, o que significa, é claro, personagens ainda mais poderosos e bizarros. O resultado final? Um universo falsificado e completamente insano com figuras caricatas (e pesadamente armadas!) correndo para todos os lados.
Heróis e vilões… Qual era mesmo a diferença?
O mais curioso? É realmente difícil saber quem é mais insano no campo de batalha, se os heróis ou os vilões — não que isso realmente faça alguma diferença. O melhor mesmo é se manter atento aos nomes flutuando sobre cada uma das cabeças na arena.
De qualquer forma, levando-se em conta que poucas informações foram reveladas até o momento, uma dúvida crucial permanece pairando entre as calças coloridas e os canos de PVC de Gotham City Impostors: incluir o nome “Gotham City” no título foi simplesmente uma manobra comercial?
É de se esperar que o apoio de um nome de peso não acabe virando uma espécie de muleta para um resultado final simplesmente mediano. O negócio é esperar por mais detalhes. Gotham City Impostors tem lançamento previsto para algum momento de 2011. Aguarde novidades.

Como Registrar o Brasfoot 2011


Faça o Download tranqüilo livre de vírus.

Sem PlayStation Store, modo online de DiRT 3 não funciona

Img_normal
O sistema de passes online, utilizados por algumas produtoras de jogos para coibir a venda de títulos usados, está impedindo que donos do game DiRT 3 joguem online por meio da PSN. O voucher encartado em cada cópia do jogo deve ser ativado por meio da PlayStation Store, que continua desativada após os ataques hackers que tiraram toda a rede do PlayStation 3 do ar no dia 20 de abril.
Usuários de Mortal Kombat, por exemplo, passaram por problema parecido e, mesmo com o retorno da PlayStation Network, não conseguiam se conectar para jogar. Nesse caso, a Warner liberou a jogatina online até o restabelecimento da loja. A Codemasters, porém, não pretende seguir pelo mesmo caminho, afirmando apenas que espera o restabelecimento dos serviços o mais rápido possível.
DiRT 3 chegou ontem ao mercado, e será analisado pelo Centro dos Games Brasil em breve.

F1 2011: data de lançamento anunciada e plataformas confirmadas

A Codemasters confirmou a data de lançamento de F1 2011 e também anunciou que o jogo está sendo desenvolvido para quatro plataformas diferentes. A desenvolvedora britânica afirma que o jogo será lançado no dia 23 de setembro, nas plataformas PlayStation 3 e Xbox 360. Há também versões para Nintendo 3DS e NGP, que devem chegar às lojas um ano depois da data supracitada.
Segundo a companhia, o jogo permitirá que os jogadores se sintam como verdadeiros pilotos, graças a diversos avanços realizados tanto na jogabilidade quanto nos elementos técnicos. O título também deve oferecer modo multiplayer competitivo e cooperativo, assim como melhorias no visual. Fique ligado aqui no Baixaki Jogos para mais informações.
[ATUALIZADO] Segundo informações liberadas recentemente no site oficial do game, que você confere clicando aqui, F1 2011 também será lançado para PC.

Problemas na LIVE assustam os jogadores

Usuários do Xbox 360 estão reportando problemas para acessar a área de compras (Marketplace) da Xbox LIVE, a rede online do console. Além disso, quem utiliza o PC também está enfrentando dificuldades.  
A Microsoft diz estar ciente dos erros encontrados pelos usuários e afirma estar trabalhando para resolver a situação. Provavelmente, os problemas estão relacionados ao desenvolvimento da atualização da dashboard, que deve ser disponibilizada em breve.