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Madden Obtém data de lançamento e possível mudança de nome

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Os jogadores serão capazes de levar para o campo de futebol em série Electronic Arts ‘Madden popular, em 27 de agosto deste ano.

Uma imagem postada no site da EA sugere que o título pode apresentar um novo nome para celebrar o 25 º aniversário da franquia. EA geralmente títulos suas séries de esportes com os dois últimos números de um ano, ou do ano todo, mas a imagem no site sugere que “Madden: 25 Anos” pode ser o novo título.

[Fonte: blog EA]

Dead Space 3

Terror a dois

O que é preciso para fazer um bom jogo de terror? Embora não haja uma fórmula exata para criar a atmosfera ideal, a Visceral Games e a Electronic Arts parecem ter encontrado o caminho do sucesso com a série Dead Space. Os dois primeiros jogos mostraram que é possível criar um clima tenso sem deixar a ação de lado, dando vida a uma das franquias mais assustadoras desta geração. Mas será que essa experiência vai se repetir?

Quando Dead Space 3 foi anunciado, muita gente torceu o nariz ao ver que um modo cooperativo havia sido adicionado à campanha. Afinal, como o terror que nos conquistou nos dois últimos títulos iria se repetir com alguém ao nosso lado? Por mais que tentássemos ser otimistas, a adição de um companheiro ressuscitou o fantasma de Resident Evil e sua “evolução” de Survival Horror para um shooter. Mas será que a saga de Isaac Clarke vai ser pelo mesmo caminho?

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Mais que um “AAA”

Se esse é seu medo com Dead Space 3, o produtor do game garante que não há o que temer. Segundo Steve Papoutsis, a ideia de reformular a série com a adição do multiplayer na campanha principal não vai alterar aquilo que fez da franquia um enorme sucesso. Na verdade, ele garante que isso vai apenas engrandecer e melhorar aquele universo ainda mais, quebrando as barreiras dos blockbusters atuais. Tanto que a própria desenvolvedora já considera um título um “AAAA”, ou seja, um projeto ambicioso e muito maior do que aqueles que eles fizeram até agora.

Para isso, no entanto, foi preciso traçar uma linha bem definida sobre o que poderia ser alterado e quais características deveriam permanecer imutáveis com a adição desse segundo personagem. Ainda que a Visceral afirme não trabalhar com estereótipos de gêneros, como terror e ação, Papoutsis garante que todas as peças usadas para construir a série Dead Space continuam incólumes.

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Isso faz com que o estúdio não se apegue a características de um tipo específico de jogo, mas àquilo que é necessário para criar uma boa sequência. Como aponta o produtor, o segredo está exatamente naquilo que todos os fãs adoram e presenciaram nos títulos anteriores: a atmosfera intensa e pesada, uma narrativa abrangente e uma dose de ação empolgante — tudo isso temperado com doses exageradas de terror, tensão e luta por sobrevivência.

Em Dead Space 3, contudo, teremos uma pequena diferença nessa equação. Somado a tudo isso, a Visceral preparou um multiplayer cooperativo que muita gente acredita não combinar com o clima pesado que a trama da série apresenta. Afinal, como manter a mesma essência quando o foco na solidão e no desamparo pode simplesmente sumir?

Marcas de guerra

Faltando pouco menos de três meses para o lançamento do game, não é segredo para ninguém que a grande novidade é a estreia de John Carver, um ex-soldado do governo da Terra que se alia a Isaac Clarke na luta contra os Unitologistas após sua família ter sido morta por Necromorphs.

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O ponto é que, como Papoutsis aponta, o personagem é muito mais do que apenas um companheiro para Isaac. Mais do que simplesmente ajudá-lo a combater os “zumbis do espaço”, ele possui seus próprios dilemas e demônios interiores. Desde o princípio, ele foi construído como alguém complexo e com uma importância enorme para toda a trama — tanto que sua personalidade está sendo trabalhada em outras mídias, como nas histórias em quadrinhos.

Mas o grande segredo da produtora para fazer com que um modo cooperativo faça sentido dentro da proposta da série é colocar esse segundo personagem como a origem de algumas das situações assustadoras que os jogadores vão encontrar. Para isso, a Visceral preparou experiências diferentes dependendo de quantas pessoas estão participando da história.

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Caso você seja alguém que prefere seguir sua jornada sem ninguém ao seu lado, saiba que a boa e velha atmosfera claustrofóbica dos jogos anteriores estará de volta, sem nenhuma grande alteração em sua essência. As situações de tensão com base na solidão voltam a se repetir e os fãs conservadores não terão do que reclamar.

Por outro lado, as coisas mudam consideravelmente de figura quando Carver entra em cena. Não que isso signifique que o medo dará lugar à ação desenfreada, mas o modo cooperativo oferece um tipo diferente de experiência que somente quem estiver ao lado de um amigo vai poder experimentar.

Mente alucinada, perigo real

Ver sua mulher e seu filho serem mortos por Necromorphs não foi a única tragédia na vida do soldado. Juntamente com tudo isso, ele ainda teve a infelicidade de entrar em contato com o Marker, o que faz com que ele carregue uma série de consequências por toda a sua vida — principalmente psiquiátricas.

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A principal delas, como já vimos nos jogos anteriores, é a alucinação. Isso faz com que sua mente crie grandes armadilhas ao longo de todo o jogo, gerando situações que somente quem avançar pelo modo cooperativo vai viver. Segundo Papoutsis, o multiplayer consegue expandir a história e inserir sequências não existentes no single player. Isso não significa, porém, que quem for jogar sozinho vai ser prejudicado, já que o desenvolvimento da história e seu final são os mesmos para todos. O que muda é o que acontece no meio dessa jornada.

Tudo isso porque as alucinações de Carver têm um peso muito grande dentro da jogabilidade. Quem estiver controlando-o vai se deparar com cenas e inimigos que não aparecerão na tela de Isaac, criando experiências diferenciadas.

Em uma demonstração testada pelo site VG24/7, os jogadores se depararam com uma sala aparentemente vazia. No entanto, para o soldado, o local reservava a aparição de bonecas fantasmagóricas que se comportam como uma versão macabra de seu filho morto. É claro que ele não reage bem a isso e começa a disparar contra as criaturas — tudo isso enquanto quem está comandando Isaac fica sem entender o que está acontecendo.

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O maior problema é que as alucinações não têm hora para chegar, podendo afetar o personagem a qualquer momento, incluindo naqueles em que ele precisa estar atento ao seu redor. Em determinado ponto, por exemplo, Clarke precisa enfrentar um grupo de Necromorphs enquanto Carver tenta lutar por sua própria sanidade.

Para Papoutsis, é isso que faz com que o modo cooperativo de Dead Space 3 seja tão diferente do que outros títulos fazem. Em vez de ampliar a ação, ele serve para deixar a agonia da incerteza ainda maior, criando uma variação da atmosfera que vimos nos jogos anteriores. Embora ainda seja muito cedo para fazer qualquer afirmação sobre a qualidade do game, a solução encontrada pela Visceral é promissora e pode reinventar a forma com que a jogatina cooperativa interfere na experiência.

No limite

Como se não bastasse diminuir as dúvidas dos fãs, o estúdio ainda promete trazer algo ainda mais grandioso que seus antecessores e outros jogos. Para dar conta de tudo isso, o produtor garante que teremos uma trama extensa e voltada exatamente para fazer com que o jogador tenha vontade de revisitar aquele mundo mesmo após ter finalizado o modo single player. De acordo com Papoutsis, será a campanha mais longa de toda a série.

Ele também garante que os jogadores não terão do que reclamar da parte visual, tanto que, segundo ele, uma das metas da equipe de desenvolvimento é fazer com que Dead Space 3 seja lembrado como um dos títulos que levou os consoles ao limite.

Fonte: VG24/7GamespotNeoGAFPlayStation Blog

Battlefield 3: Armored Kill chega ao PlayStation 3 em 4 de setembro

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A Electronic Arts e a DICE revelaram hoje o calendário de lançamentos de Battlefield 3: Armored Kill, próximo DLC do FPS que é focado em combates veiculares em cenários gigantescos. Como sempre, assinantes do serviço Battlefield Premium no PlayStation 3 terão acesso antecipado ao conteúdo.

Confira a agenda de datas e saiba exatamente quando você poderá colocar suas mãos na novidade:

  • 4 de setembro: assinantes Premium no PlayStation 3;
  • 11 de setembro: assinantes Premium do PC e Xbox 360;
  • 18 de setembro: todos os outros donos de PlayStation 3;
  • 25 de setembro: o restante dos jogadores de Xbox 360 e PC.

Armored Kill traz cinco novos veículos e 20 extras para as máquinas de guerra, bem como um mapa inédito, chamado Death Valley.

Fonte: Electronic Arts

Crysis 2

O que dizer sobre Crysis? Sinceramente, eis um game que dispensa comentários. Quem vive por dentro do universo do entretenimento eletrônico sabe muito bem que a obra da Crytek, responsável pelo título, é sinônimo absoluto de gráficos quase perfeitos. Mesmo lançado em 2007, o título ainda é considerado como um dos “tops” quando o assunto é excelência em visuais.
O fato é que Crysis virou uma espécie de indicador de qualidade. Provavelmente você já deve ter ouvido alguém falar a respeito de um PC com uma configuração monstruosa, declaração que normalmente é retrucada com a seguinte frase: “Mas roda Crysis no máximo?”.
Tudo bem, temos um título exclusivo para PC que, definitivamente, deixa os fãs desta plataforma com o peito estufado de tanto orgulho. Mas não demorou muito até que a Electronic Arts, em parceria com a Crytek, anunciassem a tão esperada sequência do game.
Crysis 2 apareceu bem diferente do que muitos fãs esperavam, deixando de lado toda a ambientação florestal e colocando em seu lugar arranha-céus  e as ruas asfaltadas de Nova York. Entretanto, não foi isso que mais assustou a maioria dos fãs do game, mas sim o fato de Crysis 2 ter se tornado multiplataforma.
Certamente, seria quase impossível fazer com que o game original fosse executado nos consoles de sétima geração. Basta observar a dimensão do ambiente, uma gigantesca ilha que providencia uma experiência de mundo aberto, e você notará que a Crytek soube aproveitar o máximo que os PCs tem a oferecer. Seria fisicamente impossível transportar todo o conteúdo de Crysis para um DVD de camada dupla ou um Blu-ray.
Crysis 2 Análise
Sendo assim, Crysis 2 tinha tudo para ser um game mais limitado que o primeiro — pelo menos é isso que muitos fãs acreditavam. Mas, finalmente, a obra está em nossas mãos. Nós passamos boas horas ao lado do game e podemos garantir tranquilamente que os fãs do primeiro game não vão se decepcionar.
Crysis 2 é fenomenal. Tudo bem, podemos não ter um ambiente tão geograficamente impressionante quanto a ilha de Lingshan, do primeiro game, mas nem por isso a Nova York retratada no título deixa de arrancar o fôlego do jogador.
A Crytek caprichou na sequência, criando um game que é um verdadeiro exemplo de cinematografia no entretenimento eletrônico. Além disso, desta vez não temos apenas visuais belíssimos, que superam tranquilamente o que foi estabelecido pelo primeiro. Em vez disso, Crysis 2 decide realmente se consolidar como um jogo do gênero FPS, cravando suas características ao gênero e se estabelecendo como um dos melhores games de tiro desta geração. Confira.
 

Aprovado

Fuga de Alcatraz
Perdoem o trocadilho, mas não há como não relacionar a trama de Crysis 2 ao filme de 1979 estrelado por Clint Eastwood, intitulado “Fuga de Alcatraz”. Basicamente, no game você encarna um personagem chamado Alcatraz, que faz parte de uma equipe de Marines em busca de um cientista conhecido como Gould.
Mas, subitamente, Alcatraz e seus companheiros são atacados e acabam tendo que escapar às pressas de um submarino prestes a conhecer detalhadamente as profundezas do oceano. É nesse momento que o jogador assume o controle do personagem, vivendo uma espécie de tutorial básico que relembra bastante os primeiros momentos de Call of Duty: Modern Warfare.
Após uma breve jogatina, seu personagem consegue escapar — ao contrário de muitos outros companheiros, que não tiveram a mesma sorte. Na superfície, descobrimos que tudo está mais caótico do que se pode imaginar, com naves alienígenas atirando em sua direção e uma espécie de super soldado empunhando uma metralhadora de alto calibre e disparando uma chuva de balas contra todos e tudo.  
Esse super soldado é ninguém menos que Prophet, um dos últimos sobreviventes do esquadrão especial da Crytek, o qual é conhecido pelo uso do famoso traje Nanosuit. Prophet, na verdade, acabou causando a submersão permanente do veículo de Alcatraz, mas todas as dívidas são debitadas quando ele salva o seu personagem.
É aí que você descobre que as coisas estão ainda mais tensas do que você pensava. Uma epidemia se espalhou por Nova York, e provavelmente pelo resto do mundo, disseminando um vírus letal que faz com que as pessoas literalmente derretam. O resultado é assombroso e, infelizmente, Prophet está infectado.
Você só descobre isso depois que acorda ao lado do corpo do supersoldado, que decidiu tirar sua própria vida para impedir que o vírus se espalhasse ainda mais. Contudo, antes de colocar uma pistola contra sua própria cabeça e disparar o gatilho, Prophet decide doar a Nanosuit para Alcatraz, depositando toda sua confiança em um “simples” Marine.
Junto com o traje altamente poderoso, Alcatraz também recebe uma missão: encontrar Gould. É aí que Crysis 2 realmente começa. E, acredite se quiser, tudo tende a piorar ainda mais. No lugar da floresta tropical do primeiro game, temos uma floresta de concreto infestada por um vírus letal e por milhares de alienígenas. Como se não bastasse, o próprio governo quer você morto, pois acreditam que é Prophet quem ainda veste a roupa que Alcatraz está utilizando.
Em suma, você luta contra soldados e alienígenas em meio a um local em ruínas. Não é um exagero dizer que a trama pode até se perder durante a jornada, ficando realmente como um pano de fundo.  Mas, felizmente, a Crytek soube como cativar o jogador, graças a uma direção fenomenal que esbanja momentos cinematográficos no game.
Digno de cinema
A cidade de Nova Iorque, sem sombra de dúvidas, é um playground muito mais interessante do que a ilha da Lingshan. Mesmo não sendo no estilo “mundo aberto”, a metrópole permite que o jogador explore verticalmente os ambientes, enfrentando inimigos espalhados por edifícios e até mesmo crateras submersas, causadas pelas intervenções alienígenas.
Mas se você está pensando que este game é apenas mais um simples FPS, então é melhor rever seus conceitos. A grande sacada de Crysis 2 está nos momentos cinematográficos, que surgem constantemente durante a jornada de Alcatraz.
Não é um exagero comparar a apresentação do game da Crytek com o excelente Uncharted 2: Among Thieves, o exclusivo do PlayStation 3 que elevou a cinematografia dos games a um novo patamar.
Sendo assim, é bom se preparar para ser surpreendido. Quando os tiroteios já esbanjam intensidade, o jogador encara eventos ainda mais impressionantes, com naves alienígenas causando destruição intensa ao seu redor. Um belo exemplo acontece quando você está prestes a cruzar uma passarela, que acaba sendo literalmente atropelada por uma aeronave inimiga.
O bacana é que muitos destes momentos cinematográficos são dinâmicos. Ou seja, nada de atirar, esperar pela cena de corte e repetir o processo até o final do game. Você realmente vive como um ator dentro do evento, resultando numa experiência ainda mais cativante.
Tudo isso é reforçado por uma boa atmosfera, que muitas vezes chega a lembrar alguns jogos do gênero survival horror. Afinal, não poderia ser diferente, já que estamos falando de um vírus mortal que acaba rapidamente com a vida dos infectados — felizmente, eles não se transformam em zumbis, senão a história poderia ser confundida com a de Resident Evil.
Existem situações em que o jogador age mais como um espectador, apenas observando todo o caos que toma conta de hospitais, campos de atendimento médico e outros locais improvisados utilizados para prevenir que a infecção se espalhe. Obviamente, o clima nesses lugares não é nada agradável, com pessoas sobrevivendo em condições precárias e maridos desesperados em busca de suas famílias. É realmente tenso, relembrando games mais focados na narrativa, como o próprio FPS Metro 2033.
Em suma, Crysis 2 consegue trazer uma história mais interessante do que seu antecessor, a qual é alavancada por uma boa direção que resulta em diversos momentos cinematográficos. Além disso, há uma atmosfera que convence o jogador dos perigos ali retratados, que são reforçados por uma ambientação convincente cedida pelo retrato da cidade de Nova York.
A incrível Nanosuit 2.0
Tudo bem, as 12 horas da campanha principal de Crysis certamente renderão muitos momentos em que o jogador fica de queixo caído, graças à excelente apresentação. Mas, e quanto à jogabilidade? Será que Crysis 2 consegue se livrar do estigma do primeiro game, deixando de ser apenas um jogo bonito para chamar a atenção por ser um game divertido?
Sem dúvidas, o combate de Crysis 2 é satisfatório. De fato, a Crytek conseguiu conciliar adequadamente os excelentes visuais com a jogabilidade, utilizando seus recursos gráficos para contribuir com a experiência em si. Basicamente, um dos diferenciais de Crysis 2 em relação aos demais FPS é a sua excelência visual. Os tiroteios são muito fieis à realidade, mesmo que, em alguns momentos, as armas sejam fantasiosas, resultando numa jogatina inédita e satisfatória.
Quem já jogou o primeiro game da franquia, ou simplesmente sabe qual é a proposta da Nanosuit, não terá muitos problemas ao pôr as mãos em Crysis 2. A essência da série continua mantida, com o traje especial sendo um dos pilares estruturais para toda a aventura.
Contudo, a Nanosuit 2.0, como é conhecida a versão deste game, conta com algumas modificações significativas em relação à primeira armadura. E, felizmente, essas diferenças são positivas, já que muitas das habilidades foram simplificadas, facilitando o uso e mantendo apenas o que é necessário para seu soldado.
Essencialmente, você conta com três opções de habilidades especiais. A primeira delas possibilita que Alcatraz realize supersaltos, permitindo alcançar locais de difícil acesso e também servindo para movimentos evasivos. Além disso, a força também torna seus golpes muito mais letais, fazendo com que soldados — ou até veículos estacionados — sejam lançados facilmente pelos ares.
Fora isso, temos também a habilidade Armor, que, como o nome sugere, cria uma verdadeira armadura em sua Nanosuit 2.0. Com isso, Alcatraz se transforma em um verdadeiro “tanque humano”, podendo parar projéteis disparados pelos inimigos com seu próprio peito, sofrendo apenas um pequeníssimo dano. A Armor também é muito útil para evitar que o jogador voe pelos ares quando alguma explosão ocorre por perto.
Por último, mas definitivamente não menos importante, surge a Cloak Mode. Inspirado pela Stealth Camouflage de Solid Snake, a Cloak essencialmente deixa Alcatraz invisível através de recursos tecnológicos da Nanosuit 2.0. Com isso, o jogador pode se aproximar dos oponentes com discrição, finalizando-os com um só golpe ao melhor estilo Splinter Cell.
Com essas habilidades, parece que sua missão será extremamente fácil, não é mesmo? Mas, o uso de qualquer habilidade consome energia, a qual deve ser administrada com muita sabedoria para que o jogador não acabe sem saídas nos momentos mais intensos.
De fato, a utilização de energia foi muito bem empregada pela Crytek. Todo consumo deste recurso faz sentido, algo que torna a experiência ainda mais convincente, mesmo que sutilmente.
Você conta com um medidor na tela que indica o quanto de energia a Nanosuit 2.0 ainda tem a oferecer. Com o tempo, ela se regenera sozinho, mas alguns poucos segundos podem fazer toda a diferença quando tudo realmente esquentar. Usar os supersaltos consome uma quantia moderada de energia, assim como os supersocos.
Já o Armor consome lentamente sua energia quando Alcatraz não é atingido — caso contrário, você sentirá uma boa dose do recurso sendo sugada para manter o protagonista protegido. Um dos usos mais interessantes, contudo, aparece quando o modo Cloak está ativado. Aqui, o consumo varia de acordo com a movimentação do jogador — quanto mais você se mexe, mais energia é sugada. Além disso, um disparo seu pode ser letal para qualquer oponente, mas também acaba com toda a energia.
A Nanosuit 2.0 também oferece outras vantagens exclusivas ao seu usuário, como uma espécie de visão térmica, a qual permite visualizar inimigos através de paredes. Há ainda o Scan Mode, que destrincha todo o ambiente diante de seus olhos, exibindo a localização de munições, armas, pontos de interesse e até mesmo inimigos no próprio visor de Alcatraz. Como se não bastasse, essa opção permite que o jogador crie uma marca virtual nos inimigos, exibindo-os em seu radar até mesmo quando o modo Scan está desativado, algo que facilita bastante sua missão.
À sua maneira
Outro aspecto que chama bastante a atenção em Crysis 2 é a personalização. Você tem a chance de customizar tanto suas armas quanto a própria Nanosuit 2.0. Quem desfrutou do primeiro game deve se lembrar do sistema dinâmico de customização de armas, o qual ficou conhecido pela sua agilidade diferenciada para o gênero.
Crysis 2 Análise
Em Crysis 2, a personalização é quase igual. Você pressiona um botão e Alcatraz vira a arma exibindo suas principais partes customizáveis. Depois disso, basta selecionar qual item deseja alterar e adicionar os componentes que preferir. É possível mudar desde a arma de suporte de um rifle, como um lançador de granadas ou uma escopeta acoplada, até o tipo de mira, de laser ou a famosa dot sight.
A partir do momento que o jogador desbloqueia uma peça, encontrando armas que já contenha o equipamento, ela se torna disponível durante todo o restante do game. Não é necessário pagar por nada. É realmente bacana usar partes diferentes para se adequar a determinadas situações, algo que adiciona mais profundidade à jogabilidade e permite abordagens diferenciadas.
Acordou meio Rambo hoje? Então opte por uma arma com uma lançadora de granadas e mira dot sight. Sonhou com Solid Snake (sem malícias, pessoal)? Tudo bem. Aproveite para usar a mira a laser e um silenciador, despachando os oponentes um a um.
E, falando em armas, Crysis 2 traz uma grande variedade delas, todas devidamente customizáveis. Você terá em seu arsenal belezinhas como rifles automáticos, submetralhadoras e até outros brinquedinhos mais exóticos, como armas que lançam projéteis eletrificados e lançadores de mísseis capazes de disparar várias bombas em poucos segundos.
Os upgrades da Nanosuit estão literalmente na palma de sua mão. Você pode selecionar diferentes tipos de opções em cada dedo, as quais contam com um conjunto de atualizações distintas.
Crysis 2 Análise
Para conseguir essas atualizações você precisa coletar um tecido alienígena especial, encontrado na raça Seth, uma espécie de ser extraterrestre que relembra bastante a famosa criatura Yautja, aquela dos filmes da série Predador. Os upgrades variam desde uma simples melhoria para suas atuais habilidades (força, armadura e discrição) até novas skills, como a possibilidade de ver o rastro das balas ou dos inimigos.
Obviamente, todas essas mudanças periódicas tornam a experiência de Crysis 2 mais diferenciada, aproveitando ao máximo o poder da nova Nanosuit 2.0. Sendo assim, sempre que visualizar um Seth, faça de tudo para derrotá-lo e, então, descobrir tudo o que seu traje tem a oferecer. Um desafio que vale a pena pela recompensa.
E os veículos? Ao contrário do Crysis original, aqui as carangas não assumem um papel tão significativo. Elas existem, mas você raramente terá de usá-las para completar uma missão. Sinceramente, algo positivo, já que as partes com veículos eram uma das reclamações de muitos jogadores quando Crysis chegou às lojas.
Um belo espetáculo
Não há como negar a beleza gráfica de Crysis 2. Você provavelmente ouviu falar muito dos visuais do game e deve ter visto vários vídeos que comprovam toda a especulação sobre o título. Mas, Crysis 2 é realmente tudo aquilo que falavam? A resposta é simples: sim.
A obra da Crytek pode ser facilmente considerada um dos jogos mais belos desta geração. Logo de cara, você percebe que a companhia não brinca em serviço, notando elementos completamente fieis à realidade. Observar o uso de diversos filtros distintos durante os momentos em jogo impressiona qualquer um, criando um resultado jamais visto num jogo.
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A sensação de naturalidade é absurda, graças, principalmente, à iluminação. É possível notar detalhes como os feixes de luz atravessando uma sala e a sombra do personagem sendo projetada na superfície quando as cruza.
São os pequenos detalhes que fazem de Crysis 2 tão memorável. O uso excessivo de filtros deixa tudo mais natural, com uma visão embaçada que simula adequadamente nossa visão periférica. Isso sem contar a luz emanando de objetos quando refletida, tornando-o ofuscado como na vida real.
Nos tiroteios, temos fumaça saindo da ponta da arma, assim como partículas de pó e pedaços de concreto voando pelos ares conforme o jogador atinge a parede. Tudo isso sem qualquer queda na taxa de quadros por segundo.
Quanto à direção de arte, Crysis 2 também não deixa a desejar. Os ambientes são construídos com muita destreza e, mesmo lineares, mostram-se ricos em detalhes, tanto nas texturas quanto no design.  Um belo exemplo é um edifício caído, no qual o jogador visualiza a parte interna das escadarias devido a um rombo na parede e ainda pode explorar dentro do prédio, criando um ambiente improvisado que soa extremamente natural e convincente.
Conforme mencionamos, a Crytek elaborou uma apresentação realmente memorável, que se destaca desde os menus até os momentos de jogabilidade. Destaque também para a imersão, causada principalmente pelo fato do game manter-se em primeira pessoa independentemente das consequências, resultando em animações ainda mais interessantes. Nada como observar seu personagem subindo uma beirada ou então arrasando um oponente como uma bomba que caí do céu.
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No PC, o jogo roda melhor que o primeiro Crysis em um hardware semelhante. Ou seja, se seu computador tinha dificuldades com o primeiro game, mesmo com uma configuração boa, ele aceitará Crysis 2 com muito mais tranquilidade, já que a Crytek otimizou drasticamente o game.
Quanto ao áudio, Crysis 2 definitivamente não deixa a desejar. Para começar, temos Hans Zimmer, um dos compositores mais respeitados do cinema, como responsável pela trilha sonora. O resultado são faixas pertinentes à atmosfera, que conseguem reforçar ainda mais o que nossos olhos enxergam na tela.
Além disso, os ruídos do ambiente e os demais sons das cenas, como tiroteios, passos e folhagens sendo sacudidas pelo vento, contribuem ainda mais para a fidelidade do título. A qualidade é tão marcante quanto a do áudio de Dead Space 2.
Call of Duty que se cuide
Crysis 2 acertou na fórmula de seu multiplayer. Os fãs da série Call of Duty notarão muitas semelhanças, mas a obra da Crytek consegue se diferenciar em vários pontos, criando um modo para vários jogadores que é característico e familiar ao mesmo tempo.
Característico porque você conta com uma vasta gama de habilidade para utilizar durante os combates, graças às maravilhas da Nanosuit 2.0, que também estão disponíveis nesta modalidade. Além disso, é possível personalizar suas armas e alterar a configuração de suas classes.
A parte familiar está no sistema de aprimoramentos, que relembra bastante as Perks de Call of Duty. O jogador conta com vantagens especiais que são desbloqueadas conforme certo número de assassinatos é atingido. Ou seja, ao alcançar cinco frags sem morrer, você poderá utilizar umas das vantagens cedidas pelo mapa — cada fase conta com recursos diferentes.
Em termos de jogabilidade, Crysis 2 é bem frenético, trazendo mapas pequenos e repletos de opções de cobertura e esconderijos. A experiência mais semelhante é a de Call of Duty, já que o esquema de dano e o ritmo são praticamente iguais, algo que, definitivamente, será bem-vindo pela comunidade.
Os modos disponíveis incluem os tradicionais Deathmatch (aqui conhecido como Instant Action) e Team Deathmatch (Team Instant Action). Além disso, temos uma espécie de king-of-the-hillchamada Crash Site, no qual os jogadores devem dominar determinadas bases. Há também uma variação do Capture a Bandeira, assim como os modos de “assalto e defesa”: Assault e Extraction.
O grande segredo do multiplayer de Crysis 2 está na progressão. Primeiramente, nem todas as armas e classes estarão desbloqueadas e você terá de jogar bastante para adquirir pontos de experiência o suficiente para poder desfrutar de tudo que o game tem a oferecer. Um incentivo extra para toda a pancadaria que já é satisfatória.
Reprovado
A burocracia da EA no PC
Infelizmente, os usuários do PC podem sofrer um pouco com um dos maiores problemas de Crysis 2: a burocracia excessiva da Electronic Arts. Para evitar a pirataria e a troca de jogos, a companhia decidiu inserir diversos tipos de códigos e logins a fim de evitar maiores problemas. Tudo bem, nós até entendemos, mas quando a proteção da integridade da empresa afeta o consumidor, o resultado não é nada agradável.
Em nossa sessão de testes, utilizamos a versão para Steam. Além de logar no serviço, você também tem de entrar no sistema MyCrysis, uma espécie de comunidade interna do game. Supostamente, isso facilitaria sua entrada, já que o serviço reúne todas as informações necessárias num só perfil.
Entretanto, a navegação dos menus não é nada intuitiva quando o jogador precisa ativar o game. É preciso utilizar uma chave para o multiplayer e outra para o game. A primeira deve ser inserida logo na tela de login — algo que deve ser repetido toda vez que você for jogar. E a segunda? Eis uma questão que demoramos muito para descobrir a resposta.
Quando não inserida, o jogo simplesmente exibe alguns erros misteriosos, sem deixar claro que é a serial do game que está faltando. E o pior: não há qualquer instrução indicando link ou até mesmo como inserir o código do jogo.
Depois de algum tempo, você descobre que é necessário entrar no site MyCrysis.com, logar com seu email (não é possível usar o nome do usuário, como o site sugere, pois isso gera outro erro) e então ativar o jogo em seu perfil. Só depois disso Crysis 2 poderá ser jogado. Haja paciência.
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Quase lá
Crysis 2 é um excelente game, mas, infelizmente, ainda está longe da perfeição por alguns simples motivos. Primeiramente, a trama é boa e a direção é bacana, conforme mencionamos. Contudo, um pouco mais de atenção aos fatos que acontecem no pano de fundo poderia deixar tudo ainda mais interessante. Você, por exemplo, não saberá o que aconteceu exatamente entre o primeiro e o segundo jogo e diversas outras dúvidas continuarão remanescentes quando o game for finalizado.
Mesmo escrita por um escritor renomado, Richard K. Morgan, a trama de Crysis 2 deixa a desejar em alguns momentos, talvez pela adaptação errônea da desenvolvedora.
Fora isso, temos alguns problemas relacionados à inteligência artificial, que deixa bastante a desejar. É normal encontrar inimigos correndo em círculos ou sem rumo. Alguns oponentes simplesmente se comportam de maneira estranha, quebrando todo o clima do game. O mesmo acontece com o próprio protagonista, que, misteriosamente, não consegue finalizar um inimigo como deveria.
Por fim, a triste notícia para quem é fã do PC: Crysis 2 não suporta DirectX 11. Depois de vários rumores indicando que uma atualização seria lançada posteriormente, a expectativa foi por água abaixo quando a EA tirou qualquer referência a DirectX 11 de Crysis 2 nos sites da companhia e da própria NVIDIA.
Vale a pena?
Ao contrário de seu antecessor, Crysis 2 não se destacou somente pela sua beleza gráfica. Em vez disso, o título conseguiu conceber uma fórmula divertida, aprimorando os detalhes do primeiro game e trazendo novidades que todo fã do gênero FPS procura. Tudo isso regado por uma atmosfera bacana, numa Nova York que também serve como pilar estrutural para o game.
A campanha cinematográfica do título consegue reunir visuais memoráveis com uma jogabilidade reforçada pelas exclusividades da Nanosuit 2.0, que dão novos ares a um gênero tão explorado. Isso sem contar o multiplayer, que combina as características de Crysis com os elementos favoritos dos aficionados pelos tiroteios online.
Mesmo com alguns pequenos problemas, Crysis 2 se estabelece como um jogo intenso em todos os sentidos, se tornando mais extraordinário conforme você joga. Depois de conquistar a superioridade nos visuais, a franquia Crysis sobe também ao primeiro lugar em diversão.
Nota Final  96

Battlefield 3

GDC 2011: O campo de batalha nunca foi tão bonito

A esta altura você já deve ter visto o vídeo demonstrativo apresentado pela EA na GDC 2011 e certamente ficou impressionado com a qualidade dos gráficos. A evolução dos visuais de Battlefield 3 em relação ao seu predecessor indireto —Battlefield: Bad Company 2 — se dá por conta da nova engine desenvolvida pela DICE, a Frostbite 2.
No entanto, apesar do novo motor gráfico trazer grandes novidades, ele está apoiado em um conceito  que já fazia sucesso na série Bad Company: cenários destrutíveis. Todavia, a Frostbite 2 vai além e não se contenta em oferecer somente pequenas estruturas desmoronáveis, trazendo aplicações muito mais imponentes. Em Battlefield 3, todas as construções, mesmo as grandes edificações, poderão vir abaixo.
Outro destaque de Battlefield 3 é a qualidade das suas animações. Apoiado no sistema ANT — utilizado pela Electronic Arts em seus jogos de esporte, como a linha FIFA —, o jogo oferece modelos de personagens com animações mais realistas. A Frostbite 2 — que levou mais de dois anos? para ser desenvolvida — também atua em patamares elevados na renderização de imagens e mixagem de áudio, que quando combinadas criam efeitos de som e iluminação mais envolventes.
A conferência da Electronic Arts na GDC 2011 revelou um jogo verdadeiramente impressionante. A build para PC — principal plataforma de desenvolvimento — não trouxe nenhum detalhe da campanha, mas deixou claros os atributos técnicos de Battlefield 3, além de dar um gostinho da jogabilidade.
O tempo passa, mas nada muda
Ao que tudo indica, a trama se passará no ano de 2014, quando insurgentes iranianos (que atendem pela alcunha de PLR), começam a organizar uma ofensiva contra seu vizinho, o Iraque. Você assume o papel do Sargento Henry “Buck” Blackburn, um fuzileiro naval estadunidense aquartelado na fronteira entre os dois países. Ainda não está claro se você poderá controlar outros personagens ao longo da campanha.
A demonstração acompanhou uma missão de resgate na qual Blackburn e sua unidade devem encontrar um esquadrão desaparecido que investigava possíveis fábricas de armas químicas. A tropa percorre becos estreitos e edifícios abandonados, demonstrando os excelentes efeitos de iluminação, até chegarem a um estacionamento cercado por prédios.
Neste momento, as coisas começam a se complicar. Blackburn e seu pelotão caem em uma emboscada e são alvejados por atiradores de elite escondidos nas edificações. As balas voam de todos os lados e um dos soldados é atingido.
Img_normalEsta é a deixa para que o representante de DICE apresente uma nova funcionalidade de Battlefield 3: a habilidade de carregar seus companheiros feridos até um lugar seguro. Aparentemente tudo se desenrola na forma de um mini jogo contextual (o famoso quick time event).
A batalha termina, mas logo um inimigo armado com um lançador-propelente de granadas (RPG) apimenta a demo de Battlefield 3. O designer responsável pela apresentação leva Blackburn até uma posição estratégica e arremessa uma granada na varanda onde está o oponente — mostrando com todos os detalhes a destruição do cenário.
A demonstração segue confirmando o retorno de mais uma funcionalidade característica da série, a capacidade de se arrastar no chão (prone). Depois de eliminar as tropas insurgentes, Blackburn e seus companheiros exploram um prédio para eliminar o atirador de elite que pegou o pelotão de surpresa.
Esgueirando-se atrás de muros e tubulações, os soldados estadunidenses finalmente encontram uma posição adequada e disparam um foguete na direção do inimigo. Mais uma vez a Frostbite 2 mostra todo seu poder, entregando visuais impressionantes e um detalhado efeito de destruição.
Em outra sequência da demo temos a confirmação de que haverá combate corpo a corpo. Blackburn aparece se engalfinhado com um adversário em outro mini jogo. Os golpes são desferidos conforme você pressiona o botão indicado na tela.
A demo também mostrou alguns detalhes da interface gráfica. Segundo a DICE, o que foi apresentado não será a versão final, mas já dá para perceber que Battlefield 3 terá um hud mais limpo, mostrando apenas as informações essenciais para o jogador.
Img_normalMunição e granadas aparecem na base da tela. A lista de objetivos só surge quando uma nova missão é adicionada ou quando você cumpre um das metas. Uma bússola no canto inferior esquerdo indica a direção geral do seu próximo alvo.
A demonstração foi breve, na verdade o vídeo divulgado cobre boa parte do que foi revelado no palco, mas já foi o suficiente para atiçar a imaginação dos fãs. Battlefield 3 ainda tem um longo caminho de desenvolvimento pela frente, mas não há dúvida de que o título já é um dos principais candidatos a jogo do ano.
Battlefield 3 terá versões para PC, Xbox 360 e PlayStation. O novo FPS da DICE ainda não tem data de lançamento definida, mas é esperado para o terceiro trimestre de 2011.

Algumas novidades sobre Battlefield 3

O aguardado game Battlefield 3 teve maiores informações divulgadas ontem pelo pessoal da DICE e também foi aproveitado para a revelação de um novo trailer.
O chefe de animação da DICE, Tobias Dahl, confirmou que o novo game faz uso de tecnologias já presentes em jogos como Madden e FIFA, no que se diz respeito às animações. Isso mostra uma boa interação entre os parceiros da Electronic Arts, já que a troca de experiências entre eles está bem visível.
Frank Gibeau, da EA, reafirma toda a expectativa que a empresa tem em cima do novo game e fala sobre a inevitável comparação com Call of Duty.
O resultado pode ser visto no novo trailer do game Battlefield 3, que claramente demonstra o cuidado que a produtora está tendo com a animação do jogo.