Arquivo para fevereiro \25\UTC 2012

Loja da África do Sul abre pré-compra de God of War IV

A BT-Games, uma das maiores lojas de games da África do Sul, disponibilizou recentemente em suas listas a pré-compra  de nada menos que o ainda não anunciado God of War IV. O título está com previsão de entrega para fevereiro de 2013 e o seu preço ainda não foi definido.
Já são muitos os rumores sobre a continuação da saga de Kratos, que vão desde revelações sobre a presença do multiplayer até o currículo de um profissional que diz já ter trabalhado na produção do jogo. A loja sul-africana já é uma velha conhecida por vazar informações sigilosas, sendo responsável sobre a revelação precoce de Jak and Daxter Collection.
Mesmo assim, todas as informações não passam de boatos, já que nenhuma informação oficial sobre o lançamento foi revelada pela Sony até o momento.

Novo Medal of Honor é anunciado pela EA

A Electronic Arts anunciou ontem o lançamento de um novo game para a franquia Medal of Honor. Segundo a EA, o nome oficial do jogo é Medal of Honor: Warfighter e foi divulgado na página oficial do game, depois de informações extraoficiais terem sido publicadas na revista oficial do Xbox.
Segundo a Electronic Arts, novos detalhes do game serão divulgados já nas próximas semanas. A empresa publicou também uma imagem, que possivelmente será a capa do jogo. O novo game da franquia deverá ser lançado em outubro.
Medal of Honor: Warfighter está sendo desenvolvido pelo estúdio Danger Close, da Electronic Arts, que também será responsável pela parte multiplayer do novo game. Segundo rumores, Warfighter vai rodar na engine Frostbite 2.0, a mesma de Battlefield 3 e Need for Speed: The Run. O game deverá ser lançado para PC, Xbox 360 e PS3.

Noticia

O que comprar com o dinheiro de um PlayStation Vita? [infográfico]

Infográfico - O que comprar com o dinheiro de um PlayStation Vita?
A espera está prestes acabar. O aguardado PlayStation Vita chega ao Brasil no próximo dia 29 de fevereiro, para a alegria de quem já não aguentava mais esperar para colocar as mãos no sucessor do PSP. Com apenas uma semana de diferença do lançamento norte-americano, o novo portátil estará disponível em todo a país pela “bagatela” de R$ 1.599.
Desnecessário dizer que o valor gerou muita polêmica, principalmente pelo fato de o preço nos Estados Unidos ser de apenas US$ 250 — três vezes mais barato do que está sendo cobrado nas lojas brasileiras. Os jogos também sofrem com essa “supervalorização” até mesmo na PSN, que está vendendo os primeiros games pelo dobro do preço internacional.
Mas será que o aparelho realmente vale tudo isso?
Por que tanta expectativa?
Motivos para ficar empolgado com o PlayStation Vita não faltam. Desde que foi anunciado, no início de 2011, o novo portátil da Sony se mostrou um produto diferente de todos os demais video games de bolso por trazer uma proposta mais hardcore do que o PSP e o Nintendo 3DS, por exemplo. Para muitos, trata-se de um PS3 em miniatura.
E boa parte desse encanto inicial se deu por conta do salto de qualidade dado em relação ao seu antecessor. Muitos dos jogos apresentados até o momento chamam a atenção pelos gráficos, como no caso de Uncharted: Golden Abyss. Tudo isso fica ainda melhor na tela OLED de 5 polegadas com suporte a múltiplos toques, o que, juntamente com o segundo analógico e o touchpad traseiro, amplia as possibilidades de jogabilidade.
Além disso, o portátil possui vários recursos sociais pré-instalados e compatibilidade com o PlayStation 3 em diversos aspectos. De acordo com a própria Sony, alguns games poderão ser jogados em ambas as plataformas — algo com que muita gente certamente já deve ter sonhado.
Nossas primeiras impressões
Como dito anteriormente, o grande destaque do PlayStation Vita é o seu grande desempenho, algo que já pudemos conferir em outras oportunidades. No caso da Brasil Game Show, por exemplo, o portátil realmente impressionou ao trazer games como Uncharted e ModNation Racers — ambos originados no PS3 — com uma experiência diferenciada à palma da sua mão. Porém, ao mesmo tempo, o visual faz com que você se sinta familiarizado com aquelas imagens.
Começo complicado
Apesar da expectativa, os números iniciais do PlayStation Vita no Japão não são tão animadores. As diversas notícias e dados divulgados desde que o console chegou às lojas nipônicas, no final de dezembro, mostram que a Sony terá alguns desafios a serem vencidos no Ocidente a partir do dia 22, data em que o portátil finalmente estará disponível  para a região.
Entre as principais barreiras está o preço, além da falta de títulos significativos e a eterna batalha contra os smartphones, que vêm conquistando um número cada vez maior de jogadores principalmente pela oferta de jogos baratos.

Senador volta atrás e remove voto a favor da Lei Anti-Games

O senador Vital do Rêgo, do PMDB da Paraíba, voltou atrás e solicitou a retirada de seu voto favorável à chamada Lei Anti-Games. Em comunicado oficial, o político afirma que deu o parecer favorável após analisar apenas a constitucionalidade, e não sua validade.
O Projeto de Lei 170/06, de autoria do senador Valdir Raupp, quer criminalizar a fabricação, importação ou distribuição de jogos considerados ofensivos “aos costumes, tradições, cultos, credos, religiões e símbolos”. A proposta já foi alvo de carta de repúdio da ACIGAMES, que acredita que o projeto pode levar a uma proibição indiscriminada de games.

Artigo

Saiba quais jogos vão rodar no seu computador

Uma das principais vantagens para quem usa o PC como plataforma de jogos são suas especificações variadas. Assim como não é preciso gastar rios de dinheiro para montar uma máquina capaz de rodar a maioria dos títulos do mercado, quem dispõe dos recursos necessários pode montar centrais multimídia capazes de reproduzir games de alta qualidade com efeitos e resoluções impressionantes.
Em ambos os casos (principalmente no primeiro), uma preocupação constante de quem joga no computador são as especificações técnicas dos títulos. Afinal, de nada adianta adquirir um software novo se o hardware disponível não está apto a rodá-lo pelo menos de forma aceitável.
Neste artigo, reunimos algumas ferramentas responsáveis por tornar mais fácil o processo de descobrir se um jogo roda ou não na sua máquina. Com elas, além de nunca mais ter que depender somente da sorte, você poderá usar seu dinheiro exclusivamente para comprar games que não trarão qualquer problema a seu computador.
Can You Run it?
O serviço mais recomendado para quem não tem tempo ou paciência de verificar e comparar manualmente as especificações do título que deseja jogar. Basta entrar no site, escolher o game que você pretende rodar e aguardar enquanto é feita uma análise completa da máquina utilizada.
Em poucos segundos, o site mostra se você cumpre os requisitos mínimos (ou recomendados) — caso a resposta seja positiva, basta instalar o game e começar a se divertir. Já em casos negativos, o serviço dá dicas do que pode ser melhorado para corrigir o problema.
O Can You Run it? peca somente em dois quesitos: além de exigir que os testes sejam realizados na máquina que vai executar o game, muitas produções mais antigas (ou extremamente novas) estão ausentes da lista de avaliações disponíveis.
Steam
Além de servir como uma ótima plataforma de distribuição de jogos, o Steam possui um banco de dados completo sobre os requisitos de milhares de produções. Basta abrir a página do jogo que você deseja para conferir a lista completa das especificações mínimas necessárias para rodá-lo.
Até mesmo jogos antigos ou independentes contam com esse recurso, o que facilita muito compras futuras através do sistema. O problema fica pelo fato óbvio de que não é possível obter informações relacionadas a nenhum título que esteja ausente da biblioteca do sistema da Valve.
System requirements
Caso você tenha uma boa noção de como seu PC lida com os jogos da geração atual, o System requirements é uma ótima maneira de encontrar títulos novos para se divertir. O site faz uma divisão entre games com requerimentos baixos (low), médios (medium) e altos (high), fornecendo uma descrição de cada um dos títulos disponíveis.
O serviço fornece todos os requisitos necessários na forma de uma lista, além de mostrar dados como o nome das produtoras e contar com um sistema de tags que torna mais fácil encontrar produtos semelhantes. Infelizmente, como o sistema é bastante recente, ainda são poucas as opções disponíveis para consulta.
Game-o-Meter
Assim como o Can You Run it?, o Game-o-Meter instala um plugin no navegador responsável por analisar todo o hardware da máquina utilizada. Assim, basta selecionar um título qualquer para descobrir se você é capaz de rodá-lo cumprindo somente os requisitos mínimos ou se você pode aumentar a qualidade de todos os detalhes até o máximo.
O problema dessa opção reside na pouca variedade de produtos disponíveis para comparação. Em compensação, uma única análise é capaz de estabelecer relações com todos os games disponíveis no site, o que torna a tarefa de pesquisas de múltiplos lançamentos muito mais fácil.
VG Requirements
Quem procura agilidade tem no VG Requirements um ótimo aliado. Optando por uma apresentação simples, o endereço é capaz de providenciar os requisitos mínimos de um jogo em questão de poucos segundos.
Uma de suas principais vantagens é o fato de ele ser integrado a uma lista de discussões na qual qualquer pessoa pode comentar. Dessa forma, não só você pode saber se vai conseguir rodar um título, como tem a opção de ler diversos comentários deixados por quem já conhece a experiência oferecida por cada um dos jogos disponíveis.
PC Game Requirements.com
Outra opção para quem procura agilidade e dispensa sistemas de consulta complexos, o PC Game Requirements.com se destaca pelo sistema de categorias de que dispõe. Com um simples clique do mouse, você pode consultar todos os títulos no estilo corrida ou luta oferecidos pelo site e, assim, escolher a produção que se adapta melhor a seu gosto pessoal.
Game System Requirements
Não se incomode com o visual antiquado: o  Game System Requirements é uma das melhores fontes quando o assunto são os requerimentos necessários para rodar um jogo. O site é útil tanto para quem possui um PC moderno quanto para os donos de máquinas desatualizadas, já que seu banco de dados abrange desde lançamentos recentes até nomes com mais de 10 anos de vida, como a primeira produção da série Diablo.

Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Generations

Novidades no mundo de Naruto? Ainda não


O game Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Generations é a mais nova investida da série de luta estrelada pelo ninja Naruto Uzumaki. Para saciar um pouco da curiosidade dos fãs da série criada por Masashi Kishimoto, uma versão demonstrativa foi disponibilizada pela Namco Bandai na atualização desta semana da PlayStation Network.

Desse modo, o Centro dos Games Br não poderia deixar de testar o game e comentar a respeito de todas as novidades que o novo representante de uma das séries favoritas do nosso público está trazendo.
O combate frenético está de volta
Para quem já jogou os títulos anteriores da série Ultimate Ninja Storm, não há mudanças significativas no sistema de combate. O direcional digital continua sendo reservado para a utilização de itens os botões da frente do joystick são utilizados para realizar golpes e carregar o chakra de seu personagem.
A maior novidade fica por conta de uma barra específica para os Jutsus de substituição, localizada logo abaixo da barra de chakra. Toda vez que o seu personagem realiza o Jutsu, a barra perde um nível, sendo que caso ela fique zerada, não é possível utilizar o movimento. Durante os embates, no entanto, a barra volta a crescer normalmente, de modo que basta saber usar os momentos certos para utilizar a técnica.
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Os gráficos continuam seguindo o estilo cel-shading, o que destaca bastante os personagens em meio aos cenários. Não há, contudo, melhorias significativas no visual das fases e até mesmo dos lutadores. Tudo continua seguindo o estilo dos games anteriores – algo que não é ruim, mas que poderia ser melhor.
Duas gerações e novos personagens! Mas onde está tudo isso?
Para quem não acompanha Naruto, há dois ciclos distintos da história do ninja. Há a primeira, chamada apenas pelo nome do protagonista, e a segunda, Naruto Shippuden, situada alguns anos depois da saga original.
Um dos maiores trunfos de Ultimate Ninja Storm Generations é justamente reunir personagens das duas gerações da série em combates inéditos. Contudo, os fãs ainda terão que esperar pela versão completa para poder usufruir disso, uma vez que na demonstração disponibilizada na PlayStation Network, só há personagens já existentes nas versões anteriores dos game.
São três lutas diferentes, em que Naruto enfrenta Sasuke, Pain e Madara – todos personagens presentes nos games anteriores. Desse modo, a demonstração divulgada acabou sendo apenas para mostrar as quase nulas novidades no sistema de combate do jogo.
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É possível verificar também a utilização de muitos trechos do anime original (sendo que é possível escolher entre os idioma japonês e inglês). No entanto, o conteúdo produzido especificamente para o game, como prometido pela desenvolvedora, também não dá as caras na demonstração.
Os verdadeiros novos recursos – como a possibilidade de terminar o modo Story com ninjas diferentes de Naruto, por exemplo – poderão ser conferidos apenas na versão completa de Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Generations, previsto para chegar ao Xbox 360 e ao PlayStation 3 no dia 13 de março, pela Namco Bandai.

Twisted Metal

Ação frenética, tiros para todos os lados e muita diversão 

Quando a Sony anunciou um novo Twisted Metal na Electronic Entertainment Expo 2010, foi grande a quantidade de comentários que se ouviu, do gênero: “que bom que o game está de volta” ou “tomara que seja bom igual os anteriores”. Palavras como essas mostram o quanto a franquia é querida pelos fãs. E sem contar a sempre fabulosa trilha sonora, às vezes mais mencionada que o próprio jogo.
O polêmico e notável diretor do game, David Jaffe, sempre deixou claro que a ideia por trás deste novo título é unir a sua vasta imaginação com a tecnologia dos consoles da sétima geração. Depois de mais de 15 anos e quatro plataformas diferentes, o PlayStation 3 recebeu a novíssima obra da Eat Sleep Play.
Como de costume, o tenebroso Calypso organizou mais um torneio, chamado Twisted Metal. Apenas três competidores apareceram de fato para a competição: Sweet Tooth (The Clowns), Dollface (The Dolls), Mr. Grimm (The Skulls). Os gamers contarão com três capítulos, ao todo, sendo que cada um deles é dedicado para cada um dos personagens. Será que vale a pena se jogar nessa aventura?
Aprovado
Apresentação digna
Twisted Metal é uma franquia que sempre manteve uma atmosfera tenebrosa. O novo game da série continua a experiência destrutiva, com benefícios. Dessa vez, há uma história — que pode não ser a melhor do mundo— mas, enfim, há contexto!
As cenas de corte e as animações do início são uma espécie de CG em “live action”, que proporcionam uma atmosfera aterrorizante ao game. Por exemplo, o momento em que a mulher misteriosa enfia a tesoura no olho de Sweet Tooth é épico.
Mas, assim que o game começa de verdade, nota-se que as animações poderiam ter sido feitas com os gráficos em tempo real do jogo. O visual misterioso e as explosões frenéticas deixam a jogabilidade insana.
Balanceamento e variedade
Mesmo que você não tenha jogado nenhum dos games anteriores da série, a jogabilidade ainda assim seria um dos pontos de destaque de Twisted Metal. O controle das máquinas de destruição é muito bem refinado e o balanço da relação “peso x potência” é muito respeitado. Isso quer dizer que se você dirige um caminhão e se choca contra uma moto, coitado do motoqueiro.
Porém, o balanceamento vai além: os veículos possuem características próprias que fazem diferença no meio da pancadaria. No mesmo conflito (entre o caminhão e a motocicleta), o menor deles possui “um certo ataque” de motosserra e outro de um lança mísseis que podem deixar os caminhoneiros com sérios problemas.
Isso implica em uma vasta variedade de veículos. Há os resistentes SUV, os lentos e poderosos caminhões, as mortais e frágeis motocicletas, carros esportivos e os clássicos da série. Quem não ficará tentado a jogar com as rodas gigantes do “carro do Axel”?
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Potência não é nada sem controle
Um dos detalhes mais incríveis que fazem com que a jogabilidade de Twisted Metal seja muito notável é a facilidade com que se fazem as curvas. Já que se trata de um jogo arcade, tanto com um SUV ou com um carrinho de sorvete, você poderá virar muito rapidamente sem perder o controle. Essas viradas repentinas geram situações incríveis e favorecem muito o sistema de mira.
Multiplayer: sucesso!
O novo Twisted Metal tem contexto até interessante, animações bem feitas, três capítulos inteiros de campanha… Mas o grande atrativo é, sem dúvidas, o modo multiplayer. Modo não, “modos”. Existem várias modalidades diferentes para serem curtidas com seus amigos, tanto online quanto offline.
A jogatina compartilhada é feita com a tela dividida. A campanha de um jogador pode ser vivenciada por dois jogadores, o que deixa a aventura mais frenética ainda e aumenta a diversão.
Já na versão online, o multiplayer se divide em dois: a jogatinha rápida ou a jogada em servidor dedicado. Em ambas, você poderá escolher se quer partidas nas quais todos competem contra todos ou se haverá dois times — que se enfrentam tanto em grupo, como podem compor modos de proteção de um alvo para cada lado.
Psicodelia, rap, rock´n roll
Um dos grandes motivos que ajudou a construir o legado da série Twisted Metal, sem dúvida foram suas músicas provocadoras e instigantes. A Eat Sleep Play não se esqueceu disso e construiu uma das mais notáveis trilhas de ação em games até hoje. Certamente, o game se tornará uma grande referência no que diz respeito a trilha sonora de qualidade.

Reprovado

Campanha cooperativa online?
Com a quantidade de pontos positivos apresentados pelo game fica até difícil encontrar defeitos vistosos. Porém, a série Twisted Metal sempre encorajou os amigos a lutarem entre si e se destruírem (no bom sentido, é claro). Mas por que não jogar com os companheiros de maneira a cooperar para conseguir vencer a campanha principal?
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Longa espera
Um comentário pertinente sobre o modo online vale ser feito: é um tanto complicado acessar algum servidor. Ou seja, o acesso é demorado e falho por várias vezes. Esperamos que esse problema seja corrigido com o aumento de jogadores e a manutenção dos servers…
Não existe um modo espectador e se você entrar em um servidor que estiver na metade da partida, terá que esperar até o fim para entrar ali.
Vale a pena?
Esse é o melhor Twisted Metal já feito até hoje. Quem quer que tenha vivido alguma experiência com algum dos games anteriores nos 15 anos da série, vai se deliciar ao reencontrar este novo título. Quem não conhece a franquia, mas gosta de violência, destruição ou de trilhas sonoras perfeitas, não pode deixar de conhecer Sweet Tooth.

jogabilidade conduz a beleza desta obra, que é coroada com uma trilha sonora aos melhores estilos Heavy Metal e rap. O multiplayer compensa o valor do game, pois estenderá indeterminadamente o tempo de validade do título — aumentando o senso de competição entre você e seus amigos. O que você está esperando para pegar o caminhão de sorvete de Sweet Tooth e virar uma espécie de “Megazord lançador de cabeças de palhaço” e sair detonando tudo?