Arquivo de março \20\UTC 2012

Neo Geo portátil comemora 20 anos do console e chega ainda em 2012

Chamado de Neo Geo X, aparelho foi feito em parceria da SNK com Blaze.
Ele será vendido com 20 jogos na memória.


Neo Geo X será lançado no segundo semestre (Foto: Divulgação) 
Para comemorar os 20 anos de lançamento do videogame Neo Geo, a SNK Playmore, e a especialista em games antigos Blaze, anunciaram a o desenvolvimento do portátil Neo Geo X. O aparelho tem previsão de chegar às lojas no segundo semestre de 2012.
O novo videogame, chamado de Neo Geo X, terá tela de LCD de 3,5 polegadas e virá com 20 jogos de sucesso do aparelho na memória. Ainda, haverá saída para conectá-lo em um televisor e entrada para cartões de memória SD.
Embora o preço não tenha sido divulgado, o site MCV especula que ele deverá custar 500 libras, quase R$ 1,5 mil. Em comparação, o novo portátil da Sony, o PlayStation Vita, é vendido por US$ 250 nos Estados Unidos e R$ 1,6 mil (em pacote especial) no Brasil.
Veja a lista de games do Neo Geo X:
1 – “Art of Fighting”;
2 – “Baseball Stars”;
3 – “Cyber Lip”;
4 – “Fatal Fury”;
5 – “Fatal Fury Special”;
6 – “Football Frenzy”;
7 – “King of the Monsters”;
8 – “Last Resort”;
9 – “League Bowling”;
10 – “Magician Lord”;
11 – “Metal Slug”;
12 – “Mutation Nation”;
13 – “NAM 1975”;
14 – “Samurai Shodown”;
15 – “Sengoku”;
16 – “Super Sidekicks”;
17 – “The King of Fighers ’94”;
18 – “The Ultimate 11”;
19 – “Top Players Gold”;
20 – “World Heroes”.

Origin vai distribuir jogos de 14 desenvolvedoras

 
Tentando concorrer com o Steam, o serviço de distribuição digital de games Origin – da Electronic Arts – vai passar a distribuir mais 15 estúdios de desenvolvimento. Isso inclui alguns grandes nomes como SEGA e Team 17, responsáveis por jogos como Sonic e Worms, respectivamente. Além deles, outras 12 desenvolvedoras estão no serviço. Confira agora a lista completa:
  • Team 17;
  • Sega;
  • CD Projekt Red;
  • Robot Entertainment;
  • Autumn Games;
  • Freebird Games;
  • Recoil Games;
  • Rebellion;
  • Paradox Interactive;
  • 1C Company;
  • inXile Entertainment;
  • Core Learning Ltd.;
  • N3V Games;
  • Kalypso Media Digital.

Connor é o nome do novo protagonista em Assassin’s Creed III

O mestre assassino Ezio Auditore sai de cena e entra um novo assassino em plena Revolução Americana
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Assassin’s Creed III será lançado no dia 30 de outubro de 2012 encorajando os jogadores a experimentarem a guerra da Revolução Americana, diferente da contada nos livros de história. O maior projeto da Ubisoft até hoje também apresenta um novo herói para o período.
Com um ciclo de desenvolvimento de mais de três anos e duas vezes a capacidade de produção de qualquer outro jogo lançado pela Ubisoft, Assassin’s Creed III está preparado para ser lançado nas plataformas Xbox 360, PS3, PC e também para WiiU, da Nintendo.
Preparado com o pano de fundo da Revolução Americana do final do século 18, Assassin’s Creed III apresenta um novo heróis, Ratohnhaké ton, um nativo americano descendente de ingleses. Sob o nome de Connor, ele se torna a nova voz da justiça na antiga guerra entre Assassinos e Templários.
aciii_001Os jogadores ganharão vida na pele de um Assassino no meio de uma guerra pela liberdade e contra uma implacável tirania, nesse que é o combate mais imersivo e envolvente já experimentado nos títulos da franquia, segundo a própria Ubisoft.
Assassin’s Creed III atravessa a Guerra Revolucionária levando os jogadores para uma vibrante e indomada fronteira entre a agitação das cidades coloniais e os caóticos campos de batalha onde o Exército Continental de George Washington confronta o imponente Exército Britânico.

– Assista ao primeiro trailer do jogo:
ara mais informações sobre Assassin’s Creed, por favor, visite o site official de Assassin’s Creed (www.assassinscreed.com) e facebook.com/assassinscreed. 

Battlefield 3 derruba Modern Warfare 3 e Skyrim em premiação britânica

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Apesar de já estarmos quase no final de março, ainda há eventos elegendo os melhores jogos de 2011. Um deles é o BAFTA, premiação feita pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas, que elegeu Battlefield 3 como o melhor título do ano passado.
Mais do que isso, a vitória trouxe um prazer a mais para os desenvolvedores do FPS, pois um dos concorrentes era o rival direto do jogo, Call of Duty: Modern Warfare 3. De acordo com um dos funcionários da Electronic Arts presentes no evento, Colin Blackwood, a conquista de Battlefield na votação popular é vista como algo muito positivo, principalmente quando a concorrência era tão acirrada.
Além do recente Call of Duty, grandes sucessos de vendas de 2011 também estavam disputando o prêmio, como Batman: Arkham City, Minecraft, Portal 2 e The Elder Scrolls V: Skyrim.
De acordo com Blackwood, boa parte do êxito de Battlefield 3 foi por conta das melhorias que o game trouxe ao gênero de guerra em ambientes contemporâneos. Ele acredita que as adições feitas pela DICE deixaram o título único e diferente do que outros FPSs ofereciam até então. Outro motivo apresentado pelo funcionário da EA é a profundidade dada ao modo multiplayer.

Rumor: novo Batman pode vir por aí

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Os desenvolvedores da Rocksteady, empresa responsável pelo game Batman: Arkham City, fizeram declarações muito interessantes para o site VG247. Após receber alguns prêmios no evento British Academy Video Game Awards 2012, Sefton Hill (o diretor) disse que sua mesa ainda está repleta de ideias – porque nem todas foram utilizadas nos títulos já lançados.
Ele ainda foi além, dizendo que se fosse possível pressionar CTRL + ALT + DEL em sua cabeça, veríamos que 90% dos seus pensamentos são sobre Batman. “Você está constantemente pensando em maneiras para melhorar o game”, disse Hill. É claro que ainda não há qualquer confirmação, mas as falas do diretor podem deixar os fãs com grandes esperanças para um novo título. 

“O mercado de seminovos está matando os jogos single player”, afirma fundador da Frontier Developments

 
Enquanto o mercado de jogos seminovos é tido como a solução para muitos jogadores brasileiros para fugir dos preços altos, a venda de games de segunda mão é algo que a indústria como um todo tenta acabar há um bom tempo. Isso não é novidade para ninguém, basta olhar o crescimento de títulos que usam passes online apenas no último ano. Mas você sabe o quanto esse “mercado paralelo” prejudica os estúdios e distribuidoras?
Em entrevista ao site Gamasutra, um dos fundadores da Frontier Developments, David Braben, comentou o peso desse tipo de comercialização dentro da indústria como um todo. Segundo ele, desenvolver e distribuir jogos virou um investimento de risco, pois o chamado mercado cinza atrapalha todo o esquema de vendas.
Para ilustrar esse ponto, Braben cita que as empresas estão desistindo de lançar jogos, pois sabem que as lojas não irão querer repor seus estoques, pois os próprios jogadores já fazem isso ao oferecerem mídias usadas. Ele ainda diz que há até mesmo distribuidoras que cancelaram o desenvolvimento de um jogo por saber que ele não traria retorno futuro por esse motivo.
Fonte da image: Reprodução/UsedGames
O fundador da Frontier Developments vai além e diz ainda que esse comportamento pode fazer com que os games focados no single player venham a desaparecer, pois as produtoras podem não querer mais se arriscar em algo tão incerto. Não há mais sentido em se empolgar com as vendas iniciais de determinado lançamento, pois boa parte desse número entrará no mundo dos seminovos após ser terminado, conforme explica Braben.
Ele também questiona a postura de muitos jogadores que acreditam que, por terem comprado o disco, podem fazer o que quiserem com ele. Embora a lógica faça sentido, Braben acredita que isso prejudica todo o mercado, já que os próprios usuários passam a competir com os lojistas oficiais.
A solução encontrada por ele está exatamente no compartilhamento de lucro, ou seja, repassando ao desenvolvedor e ao distribuidor uma parcela da revenda, o que permitiria que o valor de um lançamento caísse, tornando-os mais acessíveis, além de contribuir para o desenvolvimento geral da indústria.

Brasil vendeu 935 mil consoles de videogame em 2011, diz consultoria

Crescimento de vendas no mercado oficial foi de 53% em relação a 2010.
Consoles faturaram R$ 650 milhões e, games, R$ 320 milhões.


Os brasileiros compraram 935 mil consoles de videogame em 2011, um crescimento de 53% em relação às vendas de 2010 no varejo tradicional, segundo dados da consultoria GFK. Em todo o ano passado foram comercializados 642 mil aparelhos no Brasil.
O estudo da GFK afirma que os consoles e jogos de videogame faturaram, em 2011, R$ 650 milhões e R$ 320 milhões respectivamente. Os números, segundo a consultoria, são referentes às vendas consideradas “oficiais” e não inlcuem o mercado paralelo.
“O que está acontecendo é a migração de compras feitas no mercado informal para o oficial. Com a queda de preço nas lojas, está cada vez mais fácil resistir à tentação de pedir a alguém para trazer um game do exterior, por exemplo”, afirma o gerente de negóciosda GFK Oliver Römerscheidt.
Segundo ele, entre 2010 e 2011 a consultoria observou queda de até 27% no preço de uma das marcas de consoles vendidas no Brasil, o que favorece a compra de games no mercado formal.