Arquivo para novembro \30\UTC 2012

Gameplay Dota 2 – Primeiras Impressões

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Franquia GTA já vendeu 125 milhões de unidades

A contagem regressiva para a chegada de Grand Theft Auto 5  já começou, mas, enquanto isso não acontece, a Take-Two revela números que mostram o quanto a série ainda faz sucesso entre o público. Conforme o diretor-executivo da companhia, Strauss Zelnick, a franquia já vendeu 125 milhões de unidades.

Ele afirmou ainda ao Gamespot que, desse montante, GTA 4 é responsável por 25 milhões de unidades desde 2008, ano de seu lançamento. Entre setembro de 2011 e outubro de 2012, e levando em conta todos os títulos existentes, foram vendidas 11 milhões de unidades.

O segredo do sucesso, aponta Zelnick, está no fato de que GTA não é uma série anual e não apresenta um período determinado de tempo entre um lançamento e outro. “Propriedade intelectual que tem lançamento anual parece bater no muro e nós não queremos nossa propriedade intelectual batendo no muro”, garantiu.

Fonte: Gamespot

World of Warcraft: Mists of Pandaria

O reino dos pandas faz jus à fama de World of Warcraft

 

Com o lançamento de sua quarta grande expansão, a Blizzard fez a Azeroth de World of Warcraft passar por mudanças radicais. Não apenas foi descoberto um novo continente, como foram adicionadas várias novidades. Em termos de jogo, agora existem mais masmorras, instâncias, campos de batalha e o retorno dos “chefes de mundo” – monstros poderosos que você encontra vagando pelo mapa.

O grande destaque da expansão é a nova raça: Pandaren. Com ela, e sua cultura fortemente baseada em países orientais, foi adicionada também uma nova classe, disponível para todas as raças, exceto Worgen e Goblin: o monge. Além disso, você também tem acesso a uma nova modalidade de jogo, na qual você chama três amigos e parte para completar um “cenário” com vários objetivos diferentes e história única.

Embora a descoberta do continente seja algo relevante na história geral, a grande temática de Mists of Pandaria é a intensificação dos conflitos entre Horda e Aliança, o que promete ser abordado não apenas nos cenários, como também nas raides avançadas; por exemplo: o último chefe da expansão é nada menos do que o próprio líder da Horda: Garrosh Grito Infernal.

Finalmente, muitas outras coisas mudaram ou foram adicionadas: o nível máximo subiu para 90, o sistema de talentos e glifos foi completamente reformulado, as masmorras ganharam o modo “Desafio” (mais difícil que o heroico) e agora é possível usar o Raid Finder para todas as raides da expansão. Por último, foi introduzido o sistema de batalhas entre pets, no qual você luta usando coelhos, cobras e dragões contra outros jogadores, lembrando bastante Pokémon.

Uma jornada introspectiva

Com uma sequência sensacional de missões para combater as forças inimigas, você acaba se deparando com uma característica peculiar de Pandaria: emoções negativas ganham forma física, energia maligna conhecida como Sha. Quando isso acontece, você tem o primeiro contato com os habitantes dessa terra linda e exótica, cheias de mistérios próprios e peculiaridades muito interessantes – tudo seguindo uma temática oriental.

Após esse encontro, você inicia uma jornada introspectiva enquanto explora as novas terras e ajuda os seus habitantes para ganhar sua confiança e conhecê-los melhor. Devido a diversas situações, o conflito entre as facções deixa de ser importante e, pelo menos nas primeiras semanas da expansão e nas regiões de missões diárias, reina uma sensação de paz temporária: é possível pescar ao lado do inimigo sem se preocupar (embora você sempre fique tenso).

Trocando em miúdos, o destaque da expansão é a forma como as histórias são contadas: não apenas sua elaboração foi sensacional, como há também animações quase cinematográficas para o final de cada sequência de missões em cada região de Pandaria. Além disso, algumas mecânicas de narrativa pouco presentes em outras expansões apareceram em peso na atual (coisas como controlar outro personagem enquanto ele conta uma história).

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Os pandas do kung fu destroem

Além do seu visual diferente e bastante caricato por si só, o povo Pandaren é muito bem humorado, o que fica claro nas citações dos personagens criados na raça. Com os seus bônus raciais, você ganha algumas vantagens boas para subir de nível, algo muito útil para quem quer chegar ao nível máximo logo. Contudo, não faz sentido um caçador passar por treinamento de monge na região inicial da raça.

Como monge humano, por exemplo, você passa pelo mesmo problema, pois não há nenhum instrutor por perto para justificar a aquisição das suas habilidades. Apesar disso, as animações dos golpes da classe é muito bacana, pois o monge espanca os inimigos sem parar, o que é visualmente muito divertido. A rotação das habilidades exige o balanceamento de duas energias, algo que pode ser desafiador no início, mas é um sistema muito eficiente.

Cuidado que ele morde!

Colocar seus pets para lutar finalmente dá uma razão de ser para eles: antes era raro ver qualquer pessoa com um bichinho ao seu lado. Com essa nova alternativa, você pode explorar o mundo novamente para treinar as suas mascotes preferidas até o nível máximo, algo que fornece várias conquistas novas e um passatempo muito divertido.

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As batalhas em si funcionam exatamente como em Pokémon: a existência de diferentes elementos e o uso estratégico de ataques torna as lutas muito acirradas. Como os combates estão muito equilibrados, em termos de força das mascotes, é comum você passar algo como dez minutos na mesma luta, vencendo-a com o seu bichinho com apenas 1 de vida. Ou seja, embora pareçam muito bobas, e realmente sejam, a emoção é frequente nos duelos.

Mude o rumo dos acontecimentos

Juntar um grupo de três pessoas, sem a necessidade de dividir tarefas, cada um jogando como bem entender, é uma característica muito interessante dos cenários. A forma progressiva como a história é contada torna a apreensão dos fatos mais fácil. Além disso, muitos eventos narrados fazem parte da história da expansão, fazendo com que esta nova modalidade de jogo seja algo indispensável para quem deseja se sentir parte dos acontecimentos do MMORPG.

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Não fez tudo e já tem novidades

A partir de Mists of Pandaria, a ideia de Blizzard é lançar patchs com periodicidades menores, isto é, as novidades serão em menor escalada, porém mais frequentes. Isso é algo muito bom para manter os jogadores interessados no conteúdo do game e fazê-los não parar de jogar, pois era algo muito comum uma pessoa parar de pagar mensalidade porque já não tinha nada para fazer na expansão e o próximo patch sairia apenas vários meses depois.

Nada de ficar dormindo

Enquanto mapas mais antigos de campos de batalha permitiam que jogadores simplesmente ficassem parados num canto do mapa para receber pontos sem ajudar o time, isso não é possível no Templo de Kotmogu e na Mina do Estilhaço Prateado. Neles, você não consegue sobreviver sem um excelente trabalho em equipe, o que é ótimo para promover a formação de times fixos, dado que os combates estão muito mais dinâmicos do que eram antigamente.

É hora de carpir o dia

A vida no campo de World of Warcraft não demanda muito do seu tempo, o que não necessariamente é algo bom. Afinal, por mais que você banque o herói, cuidar da sua fazenda é um passatempo divertido com o qual seria interessante ser possível gastar mais tempo. Com os vários revezes que surgem ao plantar uma semente, você precisa sempre arrancar ervas daninhas, regar a terra etc., o que torna a atividade muito divertida e imprevisível.

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Fácil demais?

No nível 90, o número de masmorras heroicas é de nove e você perde a opção de entrar aleatoriamente nas normais. Basicamente, se você evitar os ataques mais fortes de cada chefe (basta sair da frente), é possível sobreviver e terminar as lutas rapidamente. Com isso, a sensação é que a heroicas representam o nível normal de dificuldade, enquanto o Modo de Desafio seria realmente a única maneira de “sofrer” para completá-las.

Ao usar o Localizador de Raides, a dificuldade das lutas é baixada a um nível que é praticamente impossível você não vencê-las. Claro, um grupo ruim ou com equipamentos fracos vai ter grandes dificuldades, pois os inimigos enfrentados possuem quantidades absurdas de vida. Além da facilidade, um malefício dessa ferramenta é que menos gente está usando o chat geral do servidor para formar grupos para as dificuldades normal e heroica.

Outro ponto negativo da expansão é o fato de ter ficado muito fácil conseguir dinheiro: com a remoção do limite de missões repetíveis diariamente e gordas recompensas por usar o Localizador de Masmorras, você consegue juntar mais de mil moedas de ouro todo dia. Com isso, os preços de muitos itens vão às alturas, enquanto outros despencam na Casa de Leilões. Isto é, o excesso de dinheiro pode ter desestabilizado a economia já frágil do MMO.

Mudanças drásticas

Com o pré-patch de Mists of Pandaria vieram muitas reclamações dos jogadores: classes desbalanceadas, mudança drástica na mecânica das especializações e um novo sistema de talentos básico demais. Com o intuito de deixar a jogabilidade mais simples para atrair jogadores mais novos, a Blizzard deu um tapa na cara de quem já é macaco velho de WoW, enfiando goela abaixo mudanças que descaracterizaram completamente algumas classes.

O PvP está morrendo

No início da expansão, como já mencionado, era possível ir a uma região com mais de dez jogadores de nível 90 e encontrar todos pescando calmamente, sem brigar. Essa paz pode dar início a uma guerra no servidor inteiro quando o primeiro golpe é desferido, porém isso raramente acontece. A paz vai contra o princípio dos servidores PvP, pois seu propósito é justamente promover combates sem sentido entre os jogadores.

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O sistema para adquirir bons equipamentos depende dos pontos de justiça e de bravura. Diferente de todas as expansões anteriores, esse sistema foi mudado completamente, ficando não apenas um pouco confuso, como também tornando fácil demais a aquisição dos pontos de bravura – os quais eram praticamente impossíveis de adquirir para jogadores muito casuais, uma vez que eles nem sequer podiam entrar nas masmorras de nível heroico.

Além disso, a expansão removeu completamente o limite de 25 missões repetíveis diariamente. Enquanto isso é bom para quem possui muito tempo livre, o número de tarefas disponíveis para cada facção mais do que dobrou, obrigando você a priorizar uma facção para não gastar entre duas e quatro horas para realizar absolutamente todas as missões disponíveis todos os dias.

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Quem espera por revoluções gráficas e de jogabilidade em World of Warcraft, provavelmente não vai se interessar por Mists of Pandaria, pois o jogo continua quase o mesmo de oito anos atrás. Embora muitos ajustes e melhorias tinham sido realizados ao longo dos anos, para realmente mudar algo no MMORPG seria necessária uma reformulação no game desde a sua raiz.

Entretanto, quando você considera exclusivamente a evolução interna da série em questões gráficas, narrativa e de jogabilidade, Mists of Pandaria é uma das melhores expansões já lançadas para World of Warcraft. Em outras palavras, se você parou de jogar porque não foi com a cara dos pandas, aproveite as várias promoções e “degustações” oferecidas pela Blizzard para mudar de ideia, pois o jogo realmente vale a pena.

Gameplay MMORPG Perfect World

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Dead Space 3

Terror a dois

O que é preciso para fazer um bom jogo de terror? Embora não haja uma fórmula exata para criar a atmosfera ideal, a Visceral Games e a Electronic Arts parecem ter encontrado o caminho do sucesso com a série Dead Space. Os dois primeiros jogos mostraram que é possível criar um clima tenso sem deixar a ação de lado, dando vida a uma das franquias mais assustadoras desta geração. Mas será que essa experiência vai se repetir?

Quando Dead Space 3 foi anunciado, muita gente torceu o nariz ao ver que um modo cooperativo havia sido adicionado à campanha. Afinal, como o terror que nos conquistou nos dois últimos títulos iria se repetir com alguém ao nosso lado? Por mais que tentássemos ser otimistas, a adição de um companheiro ressuscitou o fantasma de Resident Evil e sua “evolução” de Survival Horror para um shooter. Mas será que a saga de Isaac Clarke vai ser pelo mesmo caminho?

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Mais que um “AAA”

Se esse é seu medo com Dead Space 3, o produtor do game garante que não há o que temer. Segundo Steve Papoutsis, a ideia de reformular a série com a adição do multiplayer na campanha principal não vai alterar aquilo que fez da franquia um enorme sucesso. Na verdade, ele garante que isso vai apenas engrandecer e melhorar aquele universo ainda mais, quebrando as barreiras dos blockbusters atuais. Tanto que a própria desenvolvedora já considera um título um “AAAA”, ou seja, um projeto ambicioso e muito maior do que aqueles que eles fizeram até agora.

Para isso, no entanto, foi preciso traçar uma linha bem definida sobre o que poderia ser alterado e quais características deveriam permanecer imutáveis com a adição desse segundo personagem. Ainda que a Visceral afirme não trabalhar com estereótipos de gêneros, como terror e ação, Papoutsis garante que todas as peças usadas para construir a série Dead Space continuam incólumes.

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Isso faz com que o estúdio não se apegue a características de um tipo específico de jogo, mas àquilo que é necessário para criar uma boa sequência. Como aponta o produtor, o segredo está exatamente naquilo que todos os fãs adoram e presenciaram nos títulos anteriores: a atmosfera intensa e pesada, uma narrativa abrangente e uma dose de ação empolgante — tudo isso temperado com doses exageradas de terror, tensão e luta por sobrevivência.

Em Dead Space 3, contudo, teremos uma pequena diferença nessa equação. Somado a tudo isso, a Visceral preparou um multiplayer cooperativo que muita gente acredita não combinar com o clima pesado que a trama da série apresenta. Afinal, como manter a mesma essência quando o foco na solidão e no desamparo pode simplesmente sumir?

Marcas de guerra

Faltando pouco menos de três meses para o lançamento do game, não é segredo para ninguém que a grande novidade é a estreia de John Carver, um ex-soldado do governo da Terra que se alia a Isaac Clarke na luta contra os Unitologistas após sua família ter sido morta por Necromorphs.

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O ponto é que, como Papoutsis aponta, o personagem é muito mais do que apenas um companheiro para Isaac. Mais do que simplesmente ajudá-lo a combater os “zumbis do espaço”, ele possui seus próprios dilemas e demônios interiores. Desde o princípio, ele foi construído como alguém complexo e com uma importância enorme para toda a trama — tanto que sua personalidade está sendo trabalhada em outras mídias, como nas histórias em quadrinhos.

Mas o grande segredo da produtora para fazer com que um modo cooperativo faça sentido dentro da proposta da série é colocar esse segundo personagem como a origem de algumas das situações assustadoras que os jogadores vão encontrar. Para isso, a Visceral preparou experiências diferentes dependendo de quantas pessoas estão participando da história.

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Caso você seja alguém que prefere seguir sua jornada sem ninguém ao seu lado, saiba que a boa e velha atmosfera claustrofóbica dos jogos anteriores estará de volta, sem nenhuma grande alteração em sua essência. As situações de tensão com base na solidão voltam a se repetir e os fãs conservadores não terão do que reclamar.

Por outro lado, as coisas mudam consideravelmente de figura quando Carver entra em cena. Não que isso signifique que o medo dará lugar à ação desenfreada, mas o modo cooperativo oferece um tipo diferente de experiência que somente quem estiver ao lado de um amigo vai poder experimentar.

Mente alucinada, perigo real

Ver sua mulher e seu filho serem mortos por Necromorphs não foi a única tragédia na vida do soldado. Juntamente com tudo isso, ele ainda teve a infelicidade de entrar em contato com o Marker, o que faz com que ele carregue uma série de consequências por toda a sua vida — principalmente psiquiátricas.

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A principal delas, como já vimos nos jogos anteriores, é a alucinação. Isso faz com que sua mente crie grandes armadilhas ao longo de todo o jogo, gerando situações que somente quem avançar pelo modo cooperativo vai viver. Segundo Papoutsis, o multiplayer consegue expandir a história e inserir sequências não existentes no single player. Isso não significa, porém, que quem for jogar sozinho vai ser prejudicado, já que o desenvolvimento da história e seu final são os mesmos para todos. O que muda é o que acontece no meio dessa jornada.

Tudo isso porque as alucinações de Carver têm um peso muito grande dentro da jogabilidade. Quem estiver controlando-o vai se deparar com cenas e inimigos que não aparecerão na tela de Isaac, criando experiências diferenciadas.

Em uma demonstração testada pelo site VG24/7, os jogadores se depararam com uma sala aparentemente vazia. No entanto, para o soldado, o local reservava a aparição de bonecas fantasmagóricas que se comportam como uma versão macabra de seu filho morto. É claro que ele não reage bem a isso e começa a disparar contra as criaturas — tudo isso enquanto quem está comandando Isaac fica sem entender o que está acontecendo.

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O maior problema é que as alucinações não têm hora para chegar, podendo afetar o personagem a qualquer momento, incluindo naqueles em que ele precisa estar atento ao seu redor. Em determinado ponto, por exemplo, Clarke precisa enfrentar um grupo de Necromorphs enquanto Carver tenta lutar por sua própria sanidade.

Para Papoutsis, é isso que faz com que o modo cooperativo de Dead Space 3 seja tão diferente do que outros títulos fazem. Em vez de ampliar a ação, ele serve para deixar a agonia da incerteza ainda maior, criando uma variação da atmosfera que vimos nos jogos anteriores. Embora ainda seja muito cedo para fazer qualquer afirmação sobre a qualidade do game, a solução encontrada pela Visceral é promissora e pode reinventar a forma com que a jogatina cooperativa interfere na experiência.

No limite

Como se não bastasse diminuir as dúvidas dos fãs, o estúdio ainda promete trazer algo ainda mais grandioso que seus antecessores e outros jogos. Para dar conta de tudo isso, o produtor garante que teremos uma trama extensa e voltada exatamente para fazer com que o jogador tenha vontade de revisitar aquele mundo mesmo após ter finalizado o modo single player. De acordo com Papoutsis, será a campanha mais longa de toda a série.

Ele também garante que os jogadores não terão do que reclamar da parte visual, tanto que, segundo ele, uma das metas da equipe de desenvolvimento é fazer com que Dead Space 3 seja lembrado como um dos títulos que levou os consoles ao limite.

Fonte: VG24/7GamespotNeoGAFPlayStation Blog

Gameplay Left4Dead

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