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PS Move Confirmado Para Resistance 3

A Insomniac anunciou num evento da comunidade, que ocorreu em Hollywood, que Resistance 3 suportará o PlayStation Move e 3D. 

Quem esteve presente no evento teve a oportunidade de ver uma nova demo. 

A demo começa em Wrightsburg no Missouri com Cappelli e um companheiro num barco. Inimigos como Goliath, Chimera, shock drones, longlegs, grims e leapers aparecem durante este nível. 

O acessório Sharp Shooter para o PlayStation Move também será suportado. 

Resistance 3 está previsto para 6 de Setembro nos E.U.A.

Sucessor do Xbox vem aí?

A Microsoft, ao que tudo indica, está iniciando o projeto do seu próximo console.
De acordo com vagas de emprego divulgadas na internet, a empresa está procurando por profissionais que ficariam responsáveis por vários aspectos de seu console da próxima geração, como design, tecnologia 3D e estratégias de mercado.
Realmente estas vagas indicam que a Microsoft começa a se mexer em relação ao lançamento da próxima geração de consoles. Mesmo assim, observando-se as vagas de emprego disponibilizadas, o videogame estaria em uma fase bem inicial de seu desenvolvimento.
Enquanto isso, a Sony afirmou que seu PS3 vai durar até, pelo menos, 2016.

Motorstorm: Apocalypse

Virando uma cidade do avesso. Literalmente

West Coast City, um distrito localizado na costa oeste americana e, definitivamente, o pior lugar do mundo para se morar. Vítima de uma série de desastres naturais, todos os seus habitantes fugiram para outras localidades e abandonaram prédios, construções e toda a vida que havia ali, fazendo com que ela virasse uma cidade fantasma entregue nas mãos da destruidora natureza. Em outras palavras, o local perfeito para a próxima edição do evento Motorstorm.
Desta vez, tudo parece estar ainda mais brutal. O próprio subtítulo dá a deixa – Apocalypse – e mostra que as corridas terão ainda mais adrenalina. Mas não apenas por conta dos terremotos e furacões que insistem em alterar a geografia do lugar ou da intensa briga entre as facções que participam da etapa, mas pela grande novidade que a Evolution Studios trouxe para apimentar as disputas: o 3D.
Um apocalipse em cada esquina
A primeira grande alteração é a interferência clima: todas as corridas são ditadas por um elemento, ou seja, tudo pode mudar ao virar de uma curva. Tornados, tsunamis, terremotos e várias outras intempéries podem atingir West Coast City a qualquer momento e alterar o curso da prova.

De acordo com os vídeos divulgados até agora, é possível ver que o visual de todo esse caos está realmente de tirar o fôlego. Além de manter uma aparência incrivelmente realista, a sensação de perigo vai fazer com que até os jogadores mais corajosos temam pelo destino de seu piloto. O que dizer da sensação de estar sobre uma ponte enquanto ela é destruída?
O efeito tridimensional vem apenas para tornar essa experiência ainda mais imersiva. Já imaginou como deve ser desesperador ver um cabo de aço soltar-se da estrutura e ir em direção ao seu rosto? Pois esse efeito de profundidade – aliado à sensação de velocidade extrema – é o grande foco do 3D proposto pela Evolution.
No olho do furacão
O enredo de Motorstorm: Apocalypse se passa durante os dois dias em que o evento rola na cidade. Ao todo, são três personagens que o jogador pode selecionar e acompanhar seu desenvolvimento nas provas. Na demonstração testada pelo site IGN, por exemplo, estava disponível o novato Mash, cuja narrativa iniciava já na abertura da competição.
A trama do rapaz é contada a partir de pequenas animações iniciadas a partir de sua chegada a West Coast City. De acordo com a página americana, o primeiro dia conta com cerca de sete disputas, divididas entre manhã, tarde e noite.Img_normal
O começo é com uma corrida um pouco mais calma, que serve principalmente para reconhecer o local e identificar algumas características. Passando por um subúrbio completamente destruído e em chamas, Mash ainda consegue respirar tranquilamente sem que nenhum prédio ameace esmagá-lo repentinamente.
Mas basta a tarde chegar para que a coisa mude de figura e o verdadeiro caos tenha início. Passando por cenários que vão de antigos estacionamentos virados (quase que literalmente) do avesso a estruturas de um velho sistema de metrô, tudo parece levar os competidores à morte certa e o jogador a um ataque cardíaco.Img_normalTudo fica ainda pior à noite. Como o lugar foi abandonado há algum tempo, a iluminação pública é bastante precária. A solução foi usar helicópteros para fazer o papel de postes, mesmo que de maneira bastante simples. O resultado são pistas completamente escuras em que qualquer descuido pode ser fatal. Se já não era fácil sobreviver em Motorstorm, o que dizer de fazer isso às cegas?
Destruindo com a galera
Ainda que a Evolution Studios tenha focado muito da imersão de Motorstorm: Apocalypse no efeito 3D, também é possível perceber que desenvolvedora caprichou na hora de oferecer uma experiência multiplayer aos jogadores. É possível optar pelo modo para até quatro jogadores locais com tela dividia ou 16, caso decida pelo online.
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Além disso, foram adicionados mais veículos para a disputa, com destaque principalmente para o Supermini e a Superbike. Entre carros, motos e toda a variação bizarra que os pilotos fazem em seus equipamentos, temos apenas uma certeza: de que tudo isso será incrivelmente divertido. Adicione à equação uma boa dose de pancadaria, tiros e explosões e teremos um dos títulos mais empolgantes e repletos de adrenalina de 2011.

Brian Ashcraft: “Detestei o 3D do Nintendo 3DS” !!

Um jornalista publicou a experiência que teve durante duas semanas com o Nintendo 3DS e afirmou que o efeito 3D fez com que ele se sentisse mal ao ponto de ter que desligar o console.

Brian Ashcraft, escritor da Kotaku, estabelece um precedente potencialmente perturbador que poderia eventualmente levar a que os donos do Nintendo 3DS acabassem por desligar uma das características que é a propaganda do portátil.
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“Amanhã faz uma semana que tenho o Nintendo 3DS,” escreveu ele. “Estou feliz com o portátil. No entanto passaram seis dias e já tive que desligar o 3D. Eu detesto o 3D, e passo bem sem ele.” Ashcraft disse que inicialmente tinha ficado surpreendido com o efeito 3D, mas que mais tarde tinha sentido dores de cabeça e cansaço.
“Mesmo com o 3D no seu grau mais fraco. Não sou o único: A minha mulher jogou o console durante dois dias com o 3D e depois o desligou. No entanto o meu filho de 7 anos jogou com o 3D ligado no tempo recomendado e achou muito legal,” disse ele.
“A conclusão a que eu cheguei é de que isso é resultado do console ter duas telas. A tela de cima consegue gerar o efeito 3D, enquanto a debaixo é táctil e em 2D. Os jogadores acabam por usar as duas enquanto jogam, mas focam-se mais na tela de cima. Como tal enquanto jogam, os olhos dos jogadores focam-se no 3D, e depois têm de voltar a focar-se no 2D quando usam a tela táctil. Esta focagem, re-focagem e depois nova focagem pode ser a causa dos problemas que tenho sentido.”
Outro problema que assolou Ashcraft é que, segundo ele, o 3DS precisa de uma posição para o efeito 3D funcionar em condições, no entanto acaba por concluir que, em última análise, esses problemas não interessam porque o portátil tem tantas qualidades que os problemas sentidos acabam por ser um mal menor.

3DS faz jornalista passar mal

Um jornalista do Kotaku, Brian Ashcraft, experimentou o novo portátil da Nintendo por duas semanas e afirmou que o efeito 3D do portátil faz com que ele se sinta mal de tal maneira que é preciso desligar o efeito 3D.
Ashcraft afirma que logo quando começou a jogar o Nintendo 3DS, o efeito 3D tinha o deixado surpreendido e que ele havia gostado bastante dele, porém após um certo tempo fazendo uso desta tecnologia, ele sentiu dores de cabeça e cansaço.
Amanhã faz uma semana que estou com o 3DS. Estou feliz com o portátil. No entanto se passaram seis dias e já tive que desligar o 3D. Eu detesto o 3D, e me sinto bem sem ele.
Mesmo com o 3D no seu grau mais fraco. Não sou o único. A minha mulher jogou no portátil por dois dias com o 3D e depois teve que desligá-lo. No entanto, o meu filho de 7 anos jogou com o 3D ligado no tempo recomendado e achou muito bom.
A conclusão que eu cheguei é de que isso pode ser resultado do portátil fazer uso de duas telas. A tela de cima consegue gerar o efeito 3D, enquanto a de baixo é a tela touch e em 2D. Os jogadores acabam usando as duas telas enquanto jogam, mas focam-se mais na de cima. Desse modo, os olhos dos jogadores se focam no 3D, e depois voltam pro 2D quando vão usar o touch do portátil. Essa focagem, re-focagem e depois focagem, pode ser a causa dos problemas que tenho sentido.
Ashcraft também se sentiu incomodado com o problema de ter deixar o portátil em uma posição adequada para que o 3D funcione. Mesmo com essas “dificuldades” o jornalista acabou afirmando que as qualidades do portátil são tantas, que esses problemas acabam por não tirarem o brilho do Nintendo 3DS.

KILLZONE 3 PS3 REVIEW: O melhor jogo da série

Killzone 1 foi um jogo bom, mas com alguns defeitos, o que fez com que sua sequência, Killzone 2 fosse uma das surpresas mais agradáveis de 2009, se firmando como um dos melhores jogos para o PlayStation 3. Com o lançamento de Killzone 3, ficava a pergunta: qual dos dois jogos nós revisitaríamos? O que vimos no PS2, com gameplay fraco e história boa, ou o que vimos no PS3, com gameplay excelente e história ruim? A resposta: “replay” de KZ2.
O terceiro Killzone não se trata de uma cópia do segundo jogo, mas segue o mesmo estilo. O gameplay continua excelente, trazendo algumas boas novidades, ao passo que oenredo continua sofrível, apesar do potencial estar ali. Desta vez, Sev, Rico e o restante das forças da ISA foram largados em Helghan após a morte do imperador Scolar Visari. Por isso, todos os soldados Helghast foram mobilizados na tentativa de dominar o universo – o que quer dizer que Sev & cia. dependem apenas de si mesmos para saírem de lá com vida.
Apesar desta situação de vida ou morte, a Guerrilla Games pouco faz para tornar seus personagens mais carismáticos. É difícil se identificar com os heróis da ISA a não ser pelo fato deles serem verdadeiros tanques humanos sem emoções – o que pode ser divertido se for apenas um ou outro personagem, mas não todos. Nem mesmo os vilões escapam disso: não há um único Helghast que se destaque no meio da multidão.
dublagem em português, por sinal, pouco faz para ajudar neste quesito. Por ser uma dublagem única tanto para o Brasil quanto para Portugal, a linguagem utilizada na tradução é um pouco estranha, principalmente para os brasileiros acostumados com um linguajar mais informal. Os dubladores não colaboram, trazendo performances “quadradas” e com pouca emoção. Mesmo assim, não deixa de ser um “agrado” para os brasileiros ter um jogo como Killzone 3 quase que totalmente traduzido para nossa língua materna.
A jogabilidade, entretanto, foi muito bem lapidada pela Guerrilla. A empresa sabe, como poucas, criar uma experiência em primeira pessoa memorável ao invés de um mero jogo em primeira pessoa. Os controles são muito bem feitos e sólidos, mas o que chama a atenção mesmo em KZ3 é o fato que tudo que você faz parece ter uma certa energia, uma adrenalina diferente – seja subir uma escada ou jogar uma granada no meio de vários Helghast. Até mesmo atirar com diferentes armas é algo notável, já que foi levado em conta o peso e o poder de fogo de cada arma no desenvolvimento do jogo.
Killzone 3 ainda faz um excelente trabalho de mesclar a campanha single-player entre fases à pé com fases em veículos, o que garante um bom ritmo ao jogo. Cada parte é tão repleta de ação e violência que é fácil esquecer que a história é ruim e apenas aproveitar tudo que KZ3 tem de melhor para oferecer: gráficos, sons e jogabilidade. No aspecto técnico, por sinal, os desenvolvedores da Guerrilla Games não pouparam esforços para criar um dos jogos mais belos que os gamers de PS3 já viram.
As animações do jogo também merecem destaque. Cada inimigo (ou aliado) que é arremessado de uma plataforma ou recebe um tiro vindo das alturas se mexe de maneira única, condizente com o que se esperaria na vida real. Os cenários então são tão assustadores por parecerem extremamente realistas – não se tratam dos cenários alienígenas de Halo, mas sim de lugares onde humanos viveram e onde agora eles morrem em um combate incessante. É difícil imaginar que concreto e destroços possam ser bonitos, mas neste game, eles com certeza são.
Se o single-player consegue se sustentar apesar da história, é o multiplayer que mostra o verdadeiro fator replay do jogo. Todos os modos são divertidos de jogar, desde o tradicional Team Deathmatch até mesmo o inédito modo Operations, que faz com que os melhores jogadores possam se ver em cutscenes próprias. Além disso, o novo sistema de leveling é uma modificação mais do que bem-vinda, pois, ao invés de juntar pontos para liberar uma classe, você junta seus “suados” pontos para liberar as habilidades, armas e itens que você quiser.
A Guerrilla Games ainda traz um modo cooperativo local bastante interessante, que recria a campanha singleplayer, mas a ausência de um cooperativo online é notável. Além disso, é possível que em algumas partidas maiores você experimente um pouco de lag e algumas pequenas quedas de taxa de frames, mas nada que tire o brilho deste divertido modo multiplayer – desde já um dos melhores disponíveis para o PS3.
Killzone 3 ainda traz compatibilidade com televisores 3D e com o PlayStation Move, mas isto nos parece ser mais uma jogada de marketing do que algo que realmente faça a diferença. Entre jogar com o DualShock e jogar com o Move, o controller tradicional do PlayStation 3 será a opção preferida sempre, enquanto que o 3D, por ser limitado à uma pequena parcela dos gamers, não faz diferença na hora do “vamos ver”. Entretanto, se você tem uma TV 3D e um PS Move, prepare-se para a experiência gamer mais imersiva da sua vida.
Em suma, Killzone 3 pode não ser o jogo épico que todos nós esperávamos, mas também está longe de ser uma bomba. É uma das experiências mais interessantes em primeira pessoa que o gamer de PlayStation 3 pode jogar, com uma jogabilidade variada, sólida e um multiplayer divertido. Sem dúvidas, a nova criação da Guerrilla Games e da Sony é um dos jogos obrigatórios para todo e qualquer jogador de PS3.

Crysis 2 com 3D no Xbox 360

Os proprietários de Xbox 360 que se sentiam injustiçados podem ficar tranquilos agora.
O diretor de programação da Xbox Live Larry Hryb anunciou, enfim, o suporte 3D até então incerto para o console da Microsoft. Isso deve intensificar a vibrante experiência pro jogador de olhar metrópoles serem destruídas por alienígenas.
Crysis 2 será lançado no dia 22 de março para Xbox 360, PS3 e PC.