Arquivo para dezembro \22\UTC 2011

Após boatos sobre cancelamento de The Last Guardian, Sony confirma produção do game

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Após a novela envolvendo a demissão do diretor responsável por The Last Guardian, Fumito Ueda, e a saída do produtor executivo Yoshifusa Hayama, mais uma bomba assustou quem está esperando pelo jogo conceitual do Japan Studio.

De acordo com consumidores que fizeram a pré-compra do game, a rede Gamestop informou nesta quinta-feira que o jogo foi cancelado e que o dinheiro seria devolvido aos compradores. Enquanto o jogo de fato saiu do catálogo da rede, a Sony negou o cancelamento logo após os rumores terem se espalhado pela internet.
Desse modo, enquanto a Gamestop pode ter desistido do jogo por enquanto, a palavra que vale até o momento é a da Sony. Ainda assim, a espera pelo game, exclusivo do PlayStation 3, continua a se estender enquanto nenhuma data oficial de lançamento é anunciada pela companhia.

Seria essa a linha do tempo de toda a série The Legend of Zelda?

O aguardado lançamento da enciclopédia de The Legend of Zelda está começando a gerar burburinho nas lojas japonesas. Como de costume, vários rumores começam a surgir, bem como o vazamento de informações. E o principal assunto referente ao livro é a linha do tempo da franquia Zelda.
Por muito tempo os fãs se questionavam o de que maneira um capítulo da série de Link se encaixaria no outro. Alguns dos títulos são bastante óbvios e, de acordo com o site IGN, outros claramente se contradizem. Mesmo com toda a especulação em torno do tema, a Nintendo permaneceu sem se manifestar sobre o assunto.
Segundo algumas traduções feitas de reportagens japonesas, ou seja, o informe pode conter informações que possam divergir um pouco da realidade, há uma linha do tempo de Zelda e a história de Hyrule. Vamos à ela:
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A série começa com uima progressão simples. Os quatro games iniciais da série, do mais novo para o mais antigo, são:
  • 1. The Legend of Zelda: Skyward Sword
  • 2. The Legend of Zelda: The Minish Cap
  • 3. The Legend of Zelda: Four Swords
  • 4. The Legend of Zelda: Ocarina of Time
A partir daqui as coisas se complicam um pouco. Ocarina of Time lida com realidades paralelas de acordo com seu fim. Para abranger tudo, caso as reportagens japonesas estejam a rigor, a Nintendo elegeu três linhas de continuidade distintas, que foram elencadas aqui com A, B e C.
  • 5-A. The Legend of Zelda: A Link to the Past
  • 6-A. The Legend of Zelda: Oracle of Seasons/Oracle of Ages
  • 7-A. The Legend of Zelda: Link’s Awakening
  • 8-A. The Legend of Zelda
  • 9-A. Zelda II: The Adventure of Link
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  • 5-B. The Legend of Zelda: Majora’s Mask
  • 6-B. The Legend of Zelda: Twilight Princess
  • 7-B. The Legend of Zelda: Four Swords Adventures
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  • 5-C. The Legend of Zelda: The Wind Waker
  • 6-C. The Legend of Zelda: Phantom Hourglass
  • 7-C. The Legend of Zelda: Spirit Tracks
Sendo assim, a linha do tempo da “Big N” é um tanto confusa. Até que ponto três realidades simultâneas (ou não) fariam sentido. O que podemos garantir é que qualquer novidade sobre a história de Zelda o BJ trará prontamente para vocês. Continuem ligados.

Confira o novo trailer de Spec Ops: The Line [video]

Confira o novo trailer de Spec Ops: The Line


2K Games acaba de lancer um novo trailer para o game Spec Ops: The Line. As cenas giram em torno da jogabilidade do título, mostrando um conturbado confronto em Dubai, nos Emirados Árabes.
Spec Ops: The Line tem previsão de lançamento na segunda metade de 2012, para PC, PlayStation 3 e Xbox 360.

Revelada primeira imagem do DLC de CoD: Modern Warfare 3

Assim como havíamos noticiado ontem, o primeiro DLC de Call of Duty: Modern Warfare 3 já tem data para chegar e vai trazer várias novidades, incluindo missões para o modo Spec Ops e mapas multiplayer. Agora, o estrategista criativo Robert Bowling, o mesmo que liberou a primeira notícia do DLC, revelou em seu Twitter a primeira imagem de um dos mapas que estará no conteúdo.
A imagem (acima) mostra um lugar parcialmente destruído chamado apenas de “Park”. O local tem muita semelhança com o Central Park, um dos pontos mais famosos da cidade estadunidense de Nova York. Por enquanto, apenas os proprietários de Modern Warfare 3 do Xbox 360 terão acesso ao DLC, que ficará disponível a partir do dia 22 de janeiro.

Game misterioso será revelado pela Game Informer em janeiro

Uma série de tweets publicados por Andy McNamara, editor chefe da revista Game Informer, chamou a atenção da comunidade gamer para um novo título que pode ser revelado na edição de janeiro da revista. Segundo McNamara, um game que ninguém esperava estará na capa, com a cobertura completa sobre a sua atual fase de desenvolvimento.

Vários fãs até chegaram a perguntar ao editor se não seria Halo 4 esse título. Andy confirma que não, prometendo que o game não está no palpite de ninguém. Segundo McNamara, a edição já está completa e estará nas bancas dos Estados Unidos a partir do dia 5 de janeiro, completando que ele não dará mais nenhuma dica para não estragar a surpresa.

Sorcery

A união da feitiçaria com a tecnologia

De volta ao ano de 2010, a Sony utilizou a gamescom daquele ano para fazer a demonstração de seu promissor game Sorcery. O que o título traria de diferente? A exploração ao máximo das capacidades técnicas do recém-chegado controle PlayStation Move.

Problemas passados à parte, eis que o vindouro título volta a tona e demonstra um grande potencial de arrebatar fãs para o controlador de captura de movimento do PS3. Desenvolvido e publicado pela própria Sony, Sorcery é um game que plana pela mitologia celta (irlandesa), invocando o gênero shooter em terceira pessoa.
Mova aqui e moverá acolá
O grande diferencial de Sorcery é o uso aprofundado do Move, que inclusive é um requesito obrigatório para poder jogar. Sendo assim, o site IGN realizou uma prévia da jogabilidade do game para conferir se a prerrogativa é verdadeira ou se os desenvolvedores estão falando demais.
Os gamers movimentarão Finn, o personagem central do game, utilizando o controle de navegação que acompanha o Move. A Câmera se posiciona sozinha conforme os jogadores vão avançando, podendo apenas ser centralizada pelo comando do controlador.
O controle de movimento, propriamente dito, serve para formular e lançar os feitiços. Essas magias podem ser combinadas entre elas, dando origem a encantamentos completamente novos. Por exemplo, caso o jogador conjure um tornado e lance-o juntamente com esferas de fogo, ele criará uma espécie de “Tornado de Fogo”, mais ou menos como acontecem com os jutsuscombinados no anime Naruto.
Você cria, ele copia
O PlayStation Blog postou uma grande entrevista com Brian Upton, na qual o diretor de design do game explicou que há uma grande variedade de golpes e magias. Segundo ele, a jogabilidade consiste basicamente em mexer o Move e obter a resposta. Isso quer dizer que o título é completamente focado na precisão dos movimentos e da mira dos jogadores.
O que é um fato curioso, uma vez que, apesar de Sorcery ser direcionado a um público mais casual — geralmente menos experiente—, há muita questão intelectual envolvida.
Feitiçaria com tecnologia
O game permite que você encontre itens secretos, que lhe permitirão usar um sistema de alquimia. Esse sistema faz com que Finn possa elevar o nível de força (e outros atributos, como alcance) de suas magias, tornando-as mais poderosas. Há também possibilidade de coletar moedas de ouro para comprar determinados objetos de alguns mercadores espalhados pelos cenários.
A campanha total do game deve ter em torno de seis horas de duração, com o adicional de poder retornar a áreas já percorridas do game para poder explorá-las ainda mais. Com isso, os jogadores poderão acessar locais que antes estavam inatingíveis, além de encontrar itens especiais.
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Sorcery deve atingir as prateleiras das lojas em todo mundo pelos idos do segundo trimestre do ano que vem. Lembrando que o game é exclusivo para PlayStation 3 e requer o uso obrigatório do PlayStation Move.

Uncharted: Golden Abyss

Nathan Drake está vindo para colocar o Vita no mapa

O PlayStation Vita já chegou ao Japão e enquanto o Ocidente aguarda a sua vez de botar as mãos no novo portátil da Sony, um dos jogos que acompanharam o console é igualmente aguardado deste lado do planeta.
Enquanto Uncharted: Golden Abyss não está sendo desenvolvido pela Naughty Dog, a Sony Bend (responsável por Resistance Retribution e Syphon Filter: Logan’s Shadow) promete cuidar tão bem de Drake esta história que se passa antes dos primeiros jogos da série quanto a sua companhia mãe faria.
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Desta vez, o aventureiro acompanha seu antigo amigo Jason Dante e Marisa Chase, a neta de uma arqueóloga renomada desaparecida, em busca de uma cidade desaparecida no meio da América Central. Embora a trama pareça familiar, a proposta de Golden Abyss se difere de seus antecessores.
Antes de tudo, um explorador
De acordo com o site IGN, que teve acesso aos três primeiros capítulos do game, a Sony Bend fez um ótimo trabalho em tornar Drake mais realista, não apenas visualmente, mas principalmente em seus atos.
Assim, enquanto explora os ambientes, Drake carrega uma garrafa técnica, um kit para acender fogueiras e uma câmera fotográfica. Assim, além de encontrar os tradicionais tesouros, dessa vez o jogador também deve se preocupar em enriquecer o diário de viagem do explorador.
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Desse modo, prepare-se para fotografar os ambientes visitados, entre outras ações que alteram o ritmo de jogo tradicional da série – não necessariamente para pior, é claro, uma vez que isso ajuda o jogador a desvendar os segredos dos locais encontrados.
A assinatura de um portátil
Outro motivo que faz com que Golden Abyss tenha um ritmo diferente do padrão da série, de acordo com quem pode testá-lo, é a utilização dos recursos específicos do Vita. Isso também não significa que o game seja ruim apenas um pouco diferente daquilo que os fãs já estão acostumados.
Img_normalHá momentos em que Drake deve analisar uma superfície e toda a jogabilidade passa a se basear em sua tela de toque, enquanto ao atravessar ambientes específicos o console utiliza seus giroscópios para detectar se o jogador consegue ou não equilibrar-se corretamente.
Além disso, para quem estava com medo de como seria feita a mira dentro do jogo, a Sony Bend desenvolveu um sistema chamado Intui-Aim (mistura das palavras em inglês para “intuitivo” e “mira”) que promete facilitar a vida dos jogadores.
O sistema, que não é obrigatório, consiste na movimentação do portátil na direção em que se deseja mirar. Uma vez que um inimigo esteja na mira, o Intui-Aim automaticamente aponta a arma em sua direção, bastando ao jogador apenas atirar o gatilho.
Se o sistema é realmente interessante ou se o método antigo funciona melhor, no entanto, só poderemos julgar quando Golden Abyss for lançado nas Américas, juntamente com o PlayStation Vita, no dia 22 de fevereiro.