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Call of Duty: Black Ops 2

Destrinchamos o trailer multiplayer de Call of Duty: Black Ops 2

Call of Duty: Black Ops 2 é a continuação mais aguardada dos últimos tempos, mesmo um tempo antes de a Activision lançar Call of Duty: Modern Warfare 3. A legião de fãs do jogo é quase unânime em concordar que o modo multiplayer de Black Ops é uma das melhores coisas que já foram criadas para os video games. Principalmente se estivermos falando especificamente de jogatinas online.

A Treyarch e a Activision liberaram um novo trailer exemplificando um pouco do modo multiplayer do vindouro game no final da semana passada. E como hoje é segunda-feira, nós escolhemos exatamente esse vídeo para fazer parte do quadro “Destrinchamos” desta semana.

Cartão de jogador


Logo no comecinho do vídeo há no lado esquerdo da tela o que parece ser um player card  flutuante. Essa mesma referência de imagem pode ser reparada em diversos outros momentos do trailer, onde são exibidos alguns dados de desempenho de cada jogador, os equipamentos que ele está carregando, as killstreaks equipadas, além de outras coisas.


Logo que essa parte passa, já notamos que o protagonista do tiroteio lança umas espécies de granadas com algum tipo de concussão elétrica. Tais itens devem servir para retardar os inimigos, bloquear o uso de armas e tecnologia ou mesmo infligir dano direto à vida do oponente.


Uma nova arma que logo aparece é a M8A1, de fabricação alemã, que permite que os jogadores utilizem a modalidade “burst” de disparos.

Scanner anexo


Outra parte mais intrigante do trailer é uma arma que carrega um visor com capacidade de escanear os locais e a trazer à tona imagens de inimigos — mesmo à longas distâncias ou com baixo nível de visibilidade. Ainda não temos certeza se o recurso é algum tipo de “attachment” ou uma arma com o visor embutido.


Inclusive quando o tiroteio se passa em meio a uma nuvem de fumaça enegrecida, os contornos dos personagens aparecem em destaque. Isso facilita enormemente a localização do inimigo e aumenta a precisão dos disparos.


Assim que o tiroteio chega a uma espécie de ponte, o atirador principal insere uma espécie de radar que se fixa no chão e que abre a parte superior. Assim que o aparato está completamente montado, uma espécie de reflexo solar, ou algo que envolva algum tipo de massa de calor, tonteia os inimigos que vêm na sequencie a facilita a derrubada deles.

Drones, helicópteros e kamikazes


Uma parte que já existia e era muito pouco utilizada, apesar de querida pelos jogadores, eram os drones. Drones são armas robóticas de controle externo, que, geralmente, possuem um largo alcance, grande resistência e um poderio bélico bem maior do que uma arma convencional.


Durante o trailer do multiplayer de Black Ops 2 podemos ver inúmeros perks, na forma de naves ultra rápidas, passando por helicópteros ou até drones terrestres munidos de canhões muito poderosos — controlados à distância.


“Em algum canto há um soldado abaixado controlando esses robôs”, é como melhor definiríamos as cenas em que os armamentos aparecem.


Outro forte indício de que os aparatos serão uma grande novidade é o avião futurista que aparece em um voo rasante na direção dos soldados, ao melhor estilo kamikaze.

Outros


Uma cena que chama bastante a atenção é o uso dos novos escudos. As estruturas são grandes e pesadas e permitem que você insira sua arma em um orifício na parte superior do objeto e atire sem que tenha que segurá-lo.


Podemos notar uma espécie de evolução no lança-mísseis que parece estar acoplado a um veículo. O sistema de mira já é conhecido dos gamers mais assíduos da franquia, mas a interface está diferente.

Quando?

Recentemente uma grande lista contendo possíveis perks, killstreaks e outros bônus ativados por sequências de mortes que poderão ser conferidos em Black Ops 2. Outra novidade interessante é que o game deve contar com a possibilidade de streaming de partidas online; ou seja, todos os jogadores poderão transmitir ao vivo as jogatinas que estiverem participando.


Call of Duty: Black Ops 2 tem previsão de lançamento para o dia 13 de novembro deste ano, para PlayStation 3, PC e Xbox 360. Quem não consegue se conter de ansiedade deve ficar mais intimamente ligado ao Baixaki Jogos, pois haverá Black Ops 2 uma versão demonstrativa jogável durante a gamescom 2012. Não perca!

Fonte: VG24/7

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Uma nova era de trevas se aproxima do mundo de Tamriel

Apesar de ter vampiros como seu tema central, a primeira expansão de The Elders Scrolls V: Skyrim não pode ser acusada de simplesmente seguir modas. As criaturas encontradas no game há tempos já constituem uma parte integrante da série, e a maneira como elas são representadas fogem dos padrões estabelecidos em séries televisivas, filmes e livros recentes.

Em Dawnguard, criaturas malignas consideradas mortas ressurgem após centenas de anos de reclusão e exterminam completamente um grupo dedicado a manter a ordem no mundo. Em resposta a essa ação, vários guerreiros se organizam no Forte Dawnguard para reviver uma antiga ordem especializada em caçar vampiros.

Disponível para qualquer personagem que já tenha passado do nível 10, o pacote de conteúdos adicionais mostra o mundo de Tamriel sofrendo com uma nova ameaça capaz de destruí-lo. Cabe a você usar seus poderes de “Dragonborn” para impedir que isso aconteça ou como forma de se assegurar que o futuro não reserva qualquer esperança para os cidadãos livres de Skyrim.

Aprovado

Duas histórias em uma

Pouco após iniciar sua aventura pelos conteúdos exclusivos de Dawnguard, surge a opção de permanecer como um guerreiro comum ou se transformar em vampiro. Dependendo da sua escolha, o roteiro do game segue por caminhos bastante diferentes entre si — apesar de muitos cenários serem comuns a ambos os lados do confronto, os personagens que você encontra e o final da trama possuem distinções notáveis.

Fonte da imagem: Baixaki JogosIsso ajuda a prolongar uma história que sozinha é capaz de consumir mais de 10 horas para ser completada, dependendo do nível em que seu personagem está. Somadas às centenas de horas oferecidas pela aventura básica de Skyrim, dificilmente você se verá abrindo mão do game por simplesmente não ter mais nada o que fazer.

Apesar de parecer estranha no contexto geral do game, a história do DLC é bastante contundente e serve para dar uma visão diferente do mundo de Tamriel. O que mais se destaca é o fato de que, em vez de simplesmente seguir tradições góticas típicas de temas vampirescos, a expansão integra as criaturas aos temas e ambientações típicos da série The Elder Scrolls.

Novas habilidades

Caso você opte pelo lado dos vampiros, surgirá no painel de seu personagem uma nova árvore de habilidade específica para essa transformação. Para aprimorar cada um de seus pontos, é necessário utilizar com frequência as habilidades especiais que você tem em mãos, que normalmente envolvem sugar todo o sangue de seus adversários.

Fonte da imagem: Baixaki JogosDa mesma forma, quem optou por virar um lobisomem também ganha novas maneiras de personalizar o herói controlado. Isso faz com que se transformar em alguma dessas criaturas se torne uma opção mais atrativa do que na versão básico do título, já que você não fica mais restrito a simplesmente atacar com golpes físicos tudo o que surge pelo caminho.

Mais opções de equipamentos

Dawnguard marca a estreia de uma nova classe de armamentos no mundo de Skyrim. Compartilhando a mesma árvore de habilidades que os arcos, as recém-incorporadas bestas mudam um pouco a jogabilidade do título, já que a baixa frequência de seus disparos faz com que seja preciso ter mais cuidado ao abordar os inimigos.

Fonte da imagem: Baixaki JogosPequenas alterações também foram feitas em outros quesitos do game, incluindo o sistema de forja que agora oferece novas opções. Embora as novidades não mudem tanto assim o universo do jogo, elas servem para preencher bem o vácuo que havia entre os equipamentos básicos e aqueles mais avançados, acessíveis somente para quem já tinha habilidades bem evoluídas.

Reprovado

Antigos e novos bugs

Quem já jogou algum título produzido pela Bethesda sabe que a empresa é famosa por oferecer experiências repletas de bugs, e a história não é diferente aqui. Dawnguard introduz uma série de novos problemas que não ocorrem na versão básica de The Elder Scrolls V: Skyrim e que prejudicam a aventura em diversos momentos.

Fonte da imagem: Baixaki JogosDurante a análise realizada pelo Centro dos Games Br, não foram incomuns os momentos em que os indicadores relacionados a várias jornadas simplesmente não surgiam no mapa do jogo. Além disso, muitas vezes o forte Dawnguard se mostrava inacessível, situação que só era remediada quando o game era reiniciado ou um save anterior era carregado.

Baixa dificuldade

Não é preciso pensar muito para ver que o conteúdo disponível na expansão tem como alvo principal os jogadores que já passaram dezenas (ou centenas) de horas em Skyrim e procuram algo de realmente novo para fazer. Porém, a desenvolvedora esqueceu-se de levar em conta que esse público já possui personagens bem desenvolvidos, que dificilmente serão descartados em favor de novos protagonistas.

Fonte da imagem: Baixaki JogosPara heróis que já passaram do nível 35 ou 40 (dependendo de sua classe), Dawnguard vai se mostrar uma experiência bastante tranquila. Especialmente no caso de você já ter acesso a  grande parte do mapa do game, a aventura dificilmente apresenta momentos em que é preciso quebrar muito a cabeça ou partir em longas explorações para continuar progredindo.

Vale a pena?

Caso você já tenha passado mais de 100 horas em The Elders Scrolls V: Skyrim e já tenha feito de tudo no game, sem dúvida Dawnguard é uma expansão que merece a sua atenção. Embora não mexa muito com a fórmula básica do título, o pacote de conteúdos desenvolvido pela Bethesda apresenta uma história intrigante e que fornece vários momentos de diversão.

Fonte da imagem: Baixaki JogosPorém, para aqueles que nem sequer terminaram de explorar o que o jogo básico tem a oferecer, o download não tem tantos atrativos, especialmente devido a seu preço relativamente elevado. Afinal, pagar US$ 19,99 (aproximadamente R$ 40) para adicionar 10 horas de jogatina a um game cujo conteúdo já demora centenas de horas para ser totalmente finalizado não é uma ideia muito atraente para quem está começando sua aventura agora.

Caso você esteja disposto a bancar o investimento, dificilmente vai se arrepender com o conteúdo oferecido por Dawnguard. Porém, ao menos no momento, não é uma má ideia esperar para que a expansão seja oferecida com desconto através do Steam ou da Xbox LIVE (e, futuramente, da PlayStation Network).

The Expendables 2 Videogame

The Expendables é um inusitado filme que foi lançado no Brasil com o nome “Os Mercenários” em agosto de 2010. Dois anos mais tarde, o grupo de destruidores está de volta ao campo de batalha, com várias novidades no elenco e com muita destruição. Comemorando a novidade, a Ubisoft aproveitou para lançar um game da franquia, contando uma história entre a primeira e a segunda produção.

Quatro mercenários — Barney Ross (Sylvester Stallone), Yin Yang (Jet Li), Gunnar Jensen (Dolph Lundgren) e Hale Caesar (Terry Crews) — foram contratados para resgatar uma pessoa extremamente valiosa que foi sequestrada. Trata-se de um bilionário chinês, que vai render ao quarteto uma considerável quantia de recursos financeiros, além de muita violência e explosões.

Toda a “negociação” estava transcorrendo sem maiores problemas, já que tudo não passava de meramente de uma operação de adentrar o território inimigo para efetuar o resgate, sair do local com o refém e retornar ao seu local de origem para receber o esperado pagamento. No entanto, a estratégia dos Mercenários é um pouco menos discreta do que isso e um bom tanto mais auspiciosa.

O próprio Stalone explica a tática do grupo: “Vamos localizar os caras maus, matar todo mundo, explodir tudo o que for preciso, pegar o refém e retornar”. E é assim mesmo que a jogatina vai começar em The Expendables 2 Videogame, cujo enredo termina no exato momento em que o segundo filme da série começa. Será que o game convence? Vamos conferir.

Aprovado

Matar, matar, matar

The Expendables 2 Videogame propicia um tipo de jogatina relativamente pouco recorrente entre os shooters mais comuns do mercado. Não há nenhum tipo de disfarce ou de mascaramento para sequer tentar esconder que o jogo é baseado em atirar em absolutamente tudo o que se mexer na sua frente. Tanto é que seus companheiros não podem ser atingidos pelos seus disparos, ou seja, atire à vontade.

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Para aumentar a sensação de que você é um mercenário sem dó nem piedade (e tampouco arrependimento), os personagens possuem as mesmas habilidades que os caracterizam no primeiro filme. Cada um deles é focado em uma espécie diferente de combate, o que confere uma gama distinta de animações. Felizmente, todas são sanguinolentas ao extremo!

Tiros para todos os lados

A trilha musical e os efeitos sonoros de The Expendables 2 Videogame só perdem para um outro game de “tiroteio generalizado”, chamado Magicka Vietnam. Isso posto, a composição técnica, a sincronização e a escolha da partitura musical para cada momento do jogo estão aprovadas com louvor.

Fonte: Divulgação/Ubisoft
Os tiros variam claramente de acordo com as armas que você estiver utilizando, o som dos cortes que as facadas infligem na pele dos soldados são empolgantes e as explosões tiveram um tratamento especial. Só faltou mesmo um rock pesado para que você saísse gritando enquanto está jogando.

Cooperando geral

O modo cooperativo de The Expendables 2 Videogame funciona que é uma beleza. Basta você iniciar uma sessão de jogatina aberta que outras pessoas podem se conectar a seu jogo. Se você já quiser começar acompanhado, basta você mesmo ir atrás de alguma aventura já iniciada e unir-se ao grupo.

“Cinematic Kills!”

Cada um dos personagens possui uma cena de corte especial para finalizar um inimigo. Trata-se de uma referência muito grande aos combates que acontecem no primeiro filme, sendo que cada mercenário utiliza um tipo de finalização que lhe é mais característico.


Assim, todos os quatro componentes do grupo têm suas cenas especiais, que deixam a jogatina muito mais violenta e animada. É uma espécie de Fatality (vide Mortal Kombat) que você pode sair disparando a qualquer momento. A jogabilidade sem armas é bastante fluída e permite que você use e abuse das pancadas em inimigos próximos.

Reprovado

Jogabilidade um pouco confusa

The Expendables 2 coloca os gamers em um cenário de tiroteio frenético e muita ação desgovernada. A parte inferior da tela mostra os dados de cada um dos personagens que podem ser controlados (por você ou pela IA), incluindo a vida, as armas e qual deles você está utilizando no momento. No entanto, não são raras as vezes em que você tem que olhar mais de uma vez para a tela para poder ter certeza de onde está seu “char”.

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A retratação dos atores nas ilustrações dos personagens não ficou exatamente ruim, mas poderia ser muito melhor. Mas de todos os recursos disponíveis, a parte mais confusa é quando alguém está caído e precisa de cuidados médicos para reviver. Nesse momento, nunca está claro quando o jogador pode continuar atirando, nem qual é o colega que está prestando assistência. Se você não fizer nada e esperar, logo seu comparsa estará em pé novamente…

Sistema de mira sem mirar

Uma característica de The Expendables 2 Videogame que não agrada muito é o sistema de mira por direcionamento ou aproximação. Durante os momentos normais de jogatina, você não controla a mira propriamente dita de cada personagem. É preciso apenas direcionar com o analógico direito do controle do PalyStation 3 cada atirador para o lado que você quer que ele dispare e apertar o gatilho.


Uma das ressalvas fica por conta dos momentos em que você está controlando alguma arma maior dentro de um helicóptero ou de um veículo terrestre. A outra situação de mira diferenciada é quando você utiliza o rifle com sniper. Um raio laser parte da arma, indicando qual era o inimigo atingido — o que também não é lá muito preciso.

Já?

Assim que fomos baixar The Expendables 2 Videogame, tivemos uma reação de estranheza ao notar o tamanho do jogo. “Só isso?”, perguntavam os mais curiosos expectadores se referindo à pequeneza do game. Isso implica dizer que a campanha offline da história pode ser finalizada em menos de uma manhã…

É por essa razão que o game é um cooperativo focado nas modalidades online — história não émesmo o forte de “Os Mercenários”. Mesmo assim, os desafios acabam sendo um pouco curtos demais. O que você pode fazer para o game ficar mais desafiador é jogá-lo na dificuldade máxima. Mas, mesmo assim, o tamanho da empreitada será o mesmo.

Vale a pena?

The Expendables 2 Videogame é um título divertido, potencialmente direcionado para quem é fã do filme e para quem realmente gosta de tiroteios sem quaisquer justificativas. Podemos resumir a jogatina nas seguintes (sucintas) palavras: atirar, atirar e, de vez em quando, esfaquear.


No entanto, The Expendables 2 Videogame acaba sendo um jogo muito limitado devido ao seu caráter de tiroteio frenético. Tudo é pequeno no jogo, desde a quantidade de personagens que aparecem até o número de missões e desafios.

Dificilmente você ficará jogando por muito tempo seguido depois que conseguir evoluir seus personagens ao nível máximo de habilidades e itens. Portanto, o jogo vale a pena pela diversão, mas no quesito “conjunto da obra” fica devendo bastante.

Confira como o GamePad vai ser usado na versão de Wii U de FIFA 13

Desde que a Electronic Arts anunciou uma versão de FIFA 13 para Wii U, todo mundo quis saber como o novo GamePad funcionaria dentro da mecânica tradicional do simulador de futebol. Afinal, teríamos uma pegada mais séria e estratégica mesmo com a touchscreen?

Eis que os primeiros detalhes sobre a jogabilidade da versão para o console da Nintendo finalmente foram divulgados nesta quinta-feira, 02 de agosto. De acordo com o site Official Nintendo Magazine, boa parte dos movimentos básicos, como passe e chutes a gol, pode ser realizada a partir do recurso exclusivo do novo controle.

Além disso, a Eurogamer afirma que, durante a cobrança de pênaltis, a tela adicional serve para que você analise a situação de maneira mais precisa, permitindo estudar a cena de diversos ângulos.

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Outro ponto indicado é a utilização do GamePad em partidas cooperativas com até cinco amigos. Conforme descrito pela página europeia, um jogador fica responsável por gerenciar a equipe pela touchscreen, enquanto o restante joga de maneira convencional na TV.

Novas mecânicas também foram apresentadas. A primeira é o Team Management Control, uma opção que funciona como uma espécie de mudança tática de última hora. Com um simples toque na tela, você pode fazer com que seu time avance contra o adversário ou recue para a defesa em momentos de perigo.

Já com o Manage Match, você assume de vez o posto de técnico, tendo mais variedade e liberdade para analisar os dados do jogo durante o intervalo.

Fonte: Official Nintendo MagazineEurogamer, FIFPlay

Orcs Must Die! 2

Os orcs voltaram, mas desta vez você não está sozinho!

Há dez meses atrás, a Robot Entertainment, de Age of Empires Online, ajudou a reinventar o tower defense com Orcs Must Die! – um game para Xbox 360 e PC que mistura o clássico gênero de defesa de base com elementos de ação. Agora, a desenvolvedora retorna com uma sequência exclusiva dos computadores que traz ainda mais novas formas de matar as nefastas criaturas verdes.

Para começar, se no primeiro jogo era possível controlar um jovem aprendiz de mago, dessa vez há mais uma personagem para controlar. Se você terminou a primeira aventura, provavelmente irá se lembrar da feiticeira que comandava os orcs inimigos. O problema, contudo, é que eles não ficaram muito contentes com a dominação e se rebelaram contra sua mestra.

Com a adição de uma nova personagem, o game ganha um modo cooperativo inteiramente novo. Seja na pele da antiga rainha dos orcs ou na do jovem aprendiz (agora um pouco mais experiente), você e um amigo podem trabalhar em conjunto para extinguir de uma vez essa praga verde.

Aprovado

Armadilhas mais letais

Com a chegada de uma nova personagem, você pode preparar-se também para receber um novo arsenal novo em folha para complementar as armas já existentes no primeiro game – algo que já era um dos pontos fortes de seu predecessor.

Assim, se o aprendiz continua começando o jogo com a sua parede de flechas, por exemplo, qual não é a surpresa em descobrir que a feiticeira tem uma parede que lança ácido em quem passar pela sua frente? Isso tudo cria uma diversidade que, além de aumentar a diversão, também cria o ambiente perfeito para traçar estratégias em dupla.

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Quer personalizar ainda mais as suas armas? Também é possível. Se no primeiro game já era possível, com o passar do tempo, realizar melhorias em cada uma das armadilhas e equipamentos disponíveis, Orcs Must Die! 2 traz ainda mais possibilidades.

Se antes era possível adicionar veneno às flechas atiradas por uma de suas paredes, por exemplo, agora o jogador pode pensar também em colocar fogo em suas pontas (para aumentar o dano) ou torná-las congelantes e atrasar o avanço das linhas inimigas. Adicione o fator cooperativo na hora de fazer as suas escolhas e já é possível imaginar você e um amigo complementando as fraquezas um do outro.

Desafio infinito

O sistema de evolução do armamento, no entanto, tem um preço. Para comprar uma armadilha bloqueada ou aumentar a letalidade de outra já disponível, é preciso desembolsar as caveiras adquiridas completando os estágios. Se dessa vez são 50 armadilhas em contraposição com as 22 do game anterior, já dá para imaginar a montanha de caveiras necessárias para comprar tudo.

Para ajudar um pouco nessa tarefa, a Robot Entertainment adicionou o novo Endless Mode. Nele, é possível enfrentar sozinho ou com um amigo os mesmos estágios da campanha principal, mas ondas de inimigos infinitas e cada vez mais fortes.

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É preciso prestar atenção, contudo, que os monstros que fazem parte de cada onda não são os mesmos encontrados nas fases correspondentes do modo principal. Assim, ao mesmo tempo em que essa é uma maneira de conhecer previamente os oponentes mais fortes do jogo, é bom saber que os níveis infinitos não brincadeira. Além disso, as cinco caveiras oferecidas como recompensa para que aguentar pelo menos 40 ondas de oponentes podem fazer a diferença na hora de comprar novas armadilhas.

Reprovado

Ultimate Orcs Must Die!

Apesar de ser um game bastante interessante e divertido, não dá para deixar de pensar em Orcs Must Die! 2 como uma sequência que mais parece uma expansão. Apesar do cenário ter mudado de um castelo para minas subterrâneas, por exemplo, o mesmo estilo e qualidade gráfica podem ser encontrados.

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O mesmo acontece com as músicas utilizadas na trilha de fundo, assim como diversos efeitos sonoros presentes na ação. Por sorte, as novidades presentes na sequência conseguem sustentar a diversão de modo a disfarçar o incômodo causado por essa sensação.

Precisando de novos amigos?

A ideia de tornar Orcs Must Die! 2 um jogo cooperativo é realmente muito interessante. Infelizmente, a desenvolvedora Robot Entertainment acabou falhando na hora de oferecer opções para quem não tem amigos com o jogo ou para aqueles que simplesmente preferem o modo single player.

Isso acontece porque o game não permite a criação de salas públicas – algo que também não seria um problema tão grande caso a campanha balanceasse melhor a dificuldade do game para o número de jogadores presentes em cada estágio.

Vale a pena?

Quando Orcs Must Die! saiu no ano passado, o game foi aclamado como um dos melhores de seu gênero ao reinventar o tower defense. Agora, dez meses depois, a sua sequência surge com ainda mais recursos e um novíssimo modo cooperativo.

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Apesar da sensação de se tratar de uma expansão disfarçada de sequência, é difícil não recomendá-lo – especialmente para aqueles que já possuem o primeiro game e podem aproveitar os seus estágios com a nova mecânica de jogo gratuitamente.

Além disso, enquanto o foco no modo cooperativo acaba dificultando um pouco a vida de quem decidir jogar sozinho, isso não impede o game de ser apreciado. Desse modo, mesmo com algumas falhas como preço de tantas novidades bacanas, Orcs Must Die! 2 é um game que deve ser jogado sem hesitação.

Inversion

Um suporte medíocre para uma nova mecânica de jogo

Em um cenário devastado pela guerra, você trilha o seu caminho por entre escombros e nuvens de poeira. Eventualmente, criaturas alienígenas naturalmente hostis eclodem da terra, pesadamente armadas e pouco dispostas a dialogar. Ainda bem que você possui um arsenal igualmente pesado — contando, entre outros itens, uma “metranca” adornada por objeto cortante. E, então? Gears of War? Não, tente novamente.

Com a enxurrada de títulos que atualmente lota o horizonte da indústria de games, é natural esperar alguma repetição. Afinal, inventar a roda nem sempre é a melhor saída. O problema é quando algo sai como cópia escarrada de um material preexistente. No caso de Inversion, é realmente difícil atravessar a história clichê que embala um herói genérico sem reconhecer uma tentativa débil de aproveitar o caminho aberto à foice pelas desventuras de Marcus Fenix.

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Mas é verdade que, desde o início, o carro-chefe da desenvolvedora Saber Interactive jamais foi qualquer pretensa inovação de mecânicas TPS (tiro em terceira pessoa) ou um enredo original. A própria capa do jogo faz questão de evidenciar: o ponto alto aqui deveria ser a possibilidade razoavelmente original de brincar com as leis da gravidade, alterando canários e fazendo com que inimigos estupefatos flutuem ou grudem no chão — invariavelmente tornando-se alvos mais fáceis.

O problema aqui é semelhante àquele enfrentado por diversos títulos cuja existência se justifica por uma demonstração técnica. Assim como Fracture existia unicamente porque alguém precisava de um jogo para mostrar a inovadora ideia de fazer morros e buracos com uma arma em punho, Inversion serve como simples pedestal para as mecânicas gravitacionais da Saber.

E a coisa fica ainda mais séria quando se coloca em perspectiva a dita “inovação” de arremessar vilões para o ar ou para a terra. Afinal, “trocando em miúdos”, Inversion não parece fazer nada muito diferente do que Mass Effect, Dead Space e tantos outros já fizeram — pelo menos em grande parte dos seus detalhes.

Isso posto, há que se reconhecer, entretanto: há alguns elementos aqui que mostram uma boa dose de potencial a explorar. Além disso, é provável que o modo multiplayer garanta diversão por algumas horas. Vamos aos detalhes.

Aprovado

Mecânicas (semi) originais

Para convencê-lo a levar para casa uma cópia de Inversion, a desenvolvedora Saber Interactive apostou em uma campanha de foco único. Algo do tipo: “Há uma história, há algumas mecânicas apropriadas etc. — mas você viu a possibilidade de alterar as leis gravitacionais?!”.

De fato, embora não se possa dizer que tudo aqui funcione como deveria (ou como a propaganda fez questão de veicular inicialmente), fato é que, sim, há alguns pontos em que a proposta do “altere as leis da gravidade de acordo com a sua vontade” realmente garante alguns pontos extras para Inversion.

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Embora a sua arma futurística para aumentar e diminuir a gravidade não forneça possibilidades lá muito originais para o tiroteio em terceira pessoa do game, a coisa realmente fica singular quando se passa aos cenários — teto vira chão, parede vira teto e por aí vai. Enfim, divertido e, de certa forma, realmente surpreendente.

Um multiplayer razoável

Verdade seja dita: inversion não traz propriamente uma experiência multiplayer balanceada, do tipo que o colocaria em pé de igualdade com colossos da jogabilidade online. Entretanto, a exploração de cenários desprovidos de gravidade e a ampla profusão de modos de jogo (team deathmatch, capture the flag etc.) realmente consegue convencê-lo a gastar “mais algum tempo”.

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Boa dose de humor involuntário

Aqui você encara o policial Daves Russel que, auxiliado pelo parceiro Leo Delgado, parte para salvar o que restou da sua família — no caso, a filha — de uma invasão de alienígenas… Que bem poderia ser o que restou do corpo de figurantes da trilogia cinematográfica Mad Max. São diálogos genéricos, rostos genéricos e piadas genéricas… De fato, é tudo tão incrivelmente genérico, que chega a ter sua graça (realmente). Vale como humor involuntário!

Reprovado

O outro lado da história…

Naturalmente, se “humo involuntário” não é suficiente para fazê-lo tentar a sorte com mais um jogo de tiro, então você está em maus lençóis. Por quê? Ironicamente, valem os mesmo motivos do último ponto “positivo” — é simplesmente impossível levar a sério o que acontece em Inversion ou mesmo sentir qualquer tipo de empatia pela aventura desesperada e cheia de pontas soltas de Daves Russel.

Inovador… Mas também inútil

É inegável que Inversion traz consigo um belo potencial a ser explorado. O problema é que isso realmente não aconteceu aqui. Na verdade, assim que começar a utilizar a arma-alienígena-maravilhosa capaz de alterar a gravidade no game… Você simplesmente perceberá que não há o menor sentido em fazer isso.

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Quer dizer, eis as suas possibilidades aqui: erguer oponentes (para tirá-los de suas coberturas), fazê-los grudar no chão e, finalmente, arremessar escombros contra os curiosos alienígenas balbuciantes. Bem, as duas primeiras são potencialmente inúteis… E a última pode mesmo acabar matando o seu personagem em pouco tempo — já que, no momento em que utilizá-la, você estará de “peito aberto” para o inimigo.

O seu “bom” amigo, a I.A.

Jogar o modo cooperativo de Inversion pode ser divertido, é claro. Entretanto, caso o seu bom amigo, Leo Delgado, seja controlado pela I.A. (inteligência artificial) do jogo, prepare-se para frustrações. Ele vai tombar constantemente e, caso você não o “cure” a tempo, o jogo simplesmente retornará do último checkpoint.

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Expressões faciais de uma batata

Se a historinha de caixa de cereal de Inversion já é difícil de engolir por si só, que tal se nós disséssemos que há todo um conjunto de “batatas com olhos” para contá-la? Impossível se convencer com aquelas expressões — sempre de olhos arregalados e impassíveis, mesmo diante da morte de uma esposa, por exemplo.

Vale a pena?

Inversion padece do mesmo mal de tantos outros jogos arquitetados como um suporte para uma mecânica/tecnologia supostamente inovadora. Basicamente, o que há aqui é algumas ideias genuinamente novas envolvendo a ação da gravidade… Tudo embalado por uma “inspiração” em Gears of War que beira o descaramento.

Quer dizer, pode ser realmente interessante e surpreendente experimentar trocas de perspectiva — chão que vira teto, teto que vira parede etc. —, e com certeza a ideia de alterar a gravidade ao bel prazer tem seu valor (embora não seja propriamente original).

O problema é que, se por um lado você não tem a liberdade que gostaria para moldar os cenários, de outro há mecânicas truncadas e um desfile inacreditável de clichês e superficialidades. É verdade que o modo multiplayer, embora desbalanceado, pode ser divertido… Mas há opções bem melhores por aí — sem sombra de dúvida.

Transformers: Fall of Cybertron

Optimus Prime e Megatron vão conhecer uma nova classe de robôs: a sua!

“Optimus Prime” e “Megatron”, líderes da guerra entre os Autobots e os Decepticons, encantaram os olhos dos telespectadores dos cinemas de todo o mundo na trilogia produzida por Michael Bay. Logicamente, estamos falando da série Transformers, que se espalha por várias mídias diferentes, como quadrinhos, desenho animado e video games.

A High Moon Studios apresentou Transformers: Fall of Cybertron durante a conferência da empresa na Comic-Con deste ano (logo após a intervenção de um certo mercenário vermelho). O painel da desenvolvedora incluiu a participação dos lendários Peter Cullen (responsável pela interpretação de Prime) e Nolan North, conhecido pelos trabalhos vocais de Nathan Drake e Desmond (Assassin’s Creed).

“Jogador-Tron”

A maior novidade que Fall of Cybertron vai apresentar aos jogadores é a possibilidade de cada um deles construir seu próprio Transformer para colocá-lo em ação durante a jogatina online. Cabeças, asas metálicas, partes do corpo, veículos diferentes, várias armas e muitos outros itens serão combinados para a criação do robô personalizado.

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Após a confecção da criatura, é possível escolher entre uma larga paleta de cores quais serão as características externas do bólido vivo. Cada uma das quatro classes presentes no jogo conta com uma estrutura física diferente, que evolui de forma distinta e que pode receber atualizações específicas. Funciona como as classes “médico e engenheiro” de Battlefield 3.

A robozada reunida

Transformers: Fall of Cybertron vai contar com um modo online com suporte para duas modalidades de jogatina diferentes, ambas de cinco jogadores contra outros cinco. Um deles é o famoso Team Deathmatch, no qual o objetivo primordial é destroçar as carcaças robóticas de todo mundo que não for do seu time. O outro é o Conquest, o qual propõe que os gamers acumulem pontos e mantenham determinados objetos sob seu poder (a velha história de capturar a bandeira).

O modo de múltiplos jogadores conta com quatro classes: Infiltrator, Destroyer, Titan e Scientist. Toda a ação será vivenciada em dez mapas diferentes, com a possibilidade de Host Migration — significando que se o jogador que estiver sediando a partida precisar sair, ele pode passar o posto de “dono” do server para outro.

Após dar uma primeira conferida no trailer do modo multiplayer, podemos dizer que a jogatina lembra muito o novo Twisted Metal, principalmente se você escolher o veículo de vendedor de sorvete do palhaço Sweet Tooth e transformá-lo em um robô, a ação de Fall of Cybertron segue um padrão muito semelhante ao do game da Eat Sleep Play.

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Enquanto isso, o novo Dinobot Grimlock — quando em modo robô — lembra muito os personagens “Marines” de Warhammer 40k: Space Marine. Tanto no que diz respeito ao tipo dos ataques quanto à própria movimentação e fluidez da jogabilidade.

Será?

Alguns sites tiveram oportunidade de dar uma conferida no gameplay de Transformers: Fall of Cybertron durante a San Diego Comic-Con deste ano. Um desses foi o pessoal do IGN, cujo relatou indica que eles gostaram da maioria das coisas que eles viram. O único problema mais aparente foi que o tamanho extraordinário do mapa acabou sendo um ponto negativo durante a jogatina online. Era preciso procurar outros robôs na imensidão territorial para poder ter algum conflito.

Os correspondentes do site Gamespot também estão em consonância com essa opinião. No modo Conquest, se você resolver jogar “para o time” e ficar de vigília em um dos pontos de comando, você poderá ficar muito tempo sem ver inimigo algum. No entanto, assim que os vis inimigos aparecem, os confrontos são extraordinários.

As diferenças entre as classes de robôs permitem que estratégias sejam boladas com antecedência e que elas possam surtir os efeitos desejados. A classe médica, a exemplo de Team Fortress 2, pode disparar projéteis de cura e ajudar a restaurar a vida dos companheiros mesmo à longa distância. E uma das informações mais importantes foi saber que os robôs conhecidos como “Dinobots” só serão disponibilizados para os modos online em um eventual DLC que será lançado após o jogo.

Quando mesmo?

Transformers: Fall of Cybertron será lançado para Xbox 360, PlayStation 3 e PC no dia 21 de agosto deste ano. Finalmente vamos descobrir como Cybertron foi destruída!