Transformers: Fall of Cybertron

Os últimos suspiros do mundo de Cybertron

Antes de os Autobots chegarem à Terra e usarem a ajuda de humanos para derrotar os Decepticons, foi travada uma gigantesca guerra entre essas duas facções que teve como cenário o mundo de Cybertron. E é justamente o capítulo final desse conflito que você vai testemunhar em Transformers: Fall of Cybertron.

Programado para chegar ao PlayStation 3 e ao Xbox 360 no dia 21 de agosto deste ano, o game ganhou uma demonstração oficial através da Xbox LIVE e da PlayStation Network no dia 31 de julho.

Seguindo a cartilha do gênero ação

A versão de demonstração de Fall of Cybertron permite que você assuma o papel de um Autobot (Bumblebee) e de um Decepticon (Vortex), cada um em um cenário único que tira proveito das habilidades de cada robô. Além disso, também é possível ter uma ideia do que esperar no multiplayer do game, que já conta com alguns recursos básicos da versão final.

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Independente do modo que você escolher, o título não demora em colocar você em meio a cenários repletos de inimigos onde a ação se desenrola em ritmo rápido. O game opta por uma câmera localizada em uma posição próxima ao ombro do personagem, visão que se mostra bastante adequada para ajudá-lo a disparar a grande quantidade de tiros que são necessários para progredir.

Transformers: Fall of Cybertron segue à risca a cartilha de jogos de ação em terceira pessoa estabelecida por jogos como Gears of War e Uncharted. As semelhanças são tantas que basta ter jogado algum desses títulos para dominar imediatamente o esquema de controles da aventura.

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A principal diferença fica por conta do peso dos robôs, que possuem uma movimentação um pouco mais lenta do que aquela comum ao gênero. Caso tivéssemos que compará-lo a algum concorrente, o game que oferece uma experiência mais semelhante é Warhammer 40.000: Space Marine.

Bonito, mas só de perto

Apesar de não ter gráficos comparáveis aos de Halo 4 ou Uncharted 3, Transformers: Fall of Cybertron possui um visual bastante agradável. Especialmente para quem é fã da franquia, os ambientes repletos de elementos inorgânicos devem agradar bastante, com destaque para as animações em segundo plano que surgem de forma frequente (geralmente envolvendo criaturas mecânicas gigantescas).

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Porém, a beleza do jogo parece afetar somente os elementos que estão próximos ao jogador. Inimigos e cenários mais distantes possuem uma quantidade pequena de detalhes, chegando até mesmo a dificultar sua visualização no mapa — algo especialmente irritante quando você é alvo de dezenas de tiros com origem distante.

Aprimorando a fórmula

Algo do que os fãs de Transformers não vão ter que reclamar é a fidelidade em relação ao material original. Fall of Cybertron mantém intactos todos os elementos que consagraram os robôs, incluindo a presença de dubladores famosos e uma apresentação que não altera as características clássicas de cada personagem.

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Após alguns minutos de jogo, fica claro o fato de que os desenvolvedores pegaram o que deu certo em Transformers: War for Cybertron e decidiram aprimorar o que havia de problemático. Isso se traduz em uma seleção de armas mais variada e na presença de uma habilidade especial para cada um dos robôs controlados — somados, esse elementos ajudam a trazer maior variedade para a aventura.

Assim como acontece nos filmes e animações relacionadas à série, os personagens podem alternar entre suas versões robóticas e os veículos que representam de maneira totalmente livre. Isso se mostra bastante útil durante a exploração dos ambientes, especialmente quando é possível se transformar em helicópteros ou jatos de guerra.

Competente, e nada além disso

Pelo que pudemos ver da demonstração liberada pelo High Moon Studios, Transformers: Fall of Cybertron deve ser um título competente, mas nada revolucionário. Ao apostar em fórmulas consagradas, o game aparenta ser uma bela opção para quem procura uma diversão descartável para um final de semana.

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Ao que tudo indica, o jogo deve ter uma vida útil mais longa somente para quem já é fã da franquia de robôs gigantes. Só esperamos que, diferente do que aconteceu com seu predecessor, a aventura para um jogador dure mais do que algumas poucas horas.

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